
Juiz rejeita ação de improbidade contra Bolsonaro por contratação de Wal do Açaí
Magistrado considerou que Ministério Público Federal não comprovou que ex-funcionária de Bolsonaro não prestava serviços relacionados ao mandato

Para Gonet, decisões sobre plataformas geram insegurança jurídica

Foto: Gustavo Moreno/STF
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu na sexta-feira (6) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a suspensão nacional de todas as ações que contestam a decisão do governo federal que proibiu o funcionamento de plataformas de jogos online, as chamadas bets.

Gonet afirmou ao Supremo que a proliferação de decisões judiciais que autorizam a liberação de casas de apostas gera insegurança jurídica.
Para o procurador-geral, os processos devem ficar suspensos até que o STF tome uma decisão definitiva sobre a questão.
“A Procuradoria-Geral da República entende, portanto, ser caso de deferimento da medida excepcional de suspensão de processos, para sobrestar, em âmbito nacional, o trâmite de todos os feitos que tenham por objeto a constitucionalidade da Medida Provisória 1.394/2026, até o julgamento definitivo da controvérsia constitucional pelo Supremo Tribunal Federal”, afirmou Gonet.
A petição da PGR foi encaminhada ao ministro Luiz Fux, relator de quatro ações que contestam a constitucionalidade da medida provisória que proibiu as bets.
Na quinta-feira (5), a segunda instância da Justiça Federal em São Paulo derrubou uma liminar que autorizava o funcionamento de três casas de apostas online.

Magistrado considerou que Ministério Público Federal não comprovou que ex-funcionária de Bolsonaro não prestava serviços relacionados ao mandato

Senadores do PT descartam articulação contrária à escolha do ex-vice-presidente

Jantar do CPAC foi realizado em Mar-a-Lago nesta quinta-feira; filme entrou na mira da PF após mensagens entre senador e Daniel Vorcaro sobre financiamento da produção

Flávio busca reuniões reservadas com conservadores americanos após discurso em evento de aliados de Trump nos EUA
