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Atendimento será reforçado para dar mais segurança ao público estimado em 100 mil pessoas

Levantamento será realizado em domicílios de todas as regiões administrativas até 1º de outubro. Pesquisadores estarão identificados com coletes, bonés e crachás
Começar nesta terça-feira (6), a pesquisa domiciliar de origem e destino para atualizar o Plano Diretor de Transporte Urbano (PDTU) e elaborar o Plano de Mobilidade do DF. O levantamento será de segunda a sábado, das 7h às 20h, até 1º de outubro, em todas as regiões administrativas.
O secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves, explica que a pesquisa é fundamental para entender como as pessoas se deslocam pela cidade, coletando informações sobre as viagens diárias, quais meios de transporte utilizam e por que fazem essas movimentações. “É muito importante que os moradores recebam os pesquisadores para garantir que os dados coletados sejam precisos e completos”, ressalta o secretário.
Os pesquisadores estarão identificados com coletes, bonés, e crachás com nome, foto e um QR Code, que pode ser escaneado para verificar a identidade do pesquisador no site do estudo, garantindo segurança e transparência durante a pesquisa. As respostas serão anotadas nos celulares dos pesquisadores, por meio de uma ferramenta online, ou, em caso de problemas técnicos, mediante questionário físico impresso.

Pesquisa vai ajudar a compreender as demandas e o perfil dos usuários do transporte público do DF | Fotos: Divulgação/ Secretaria de Mobilidade e Transporte
Também são coletados dados como renda, idade, escolaridade, e onde as pessoas moram, trabalham ou estudam. Com esses dados, será possível criar um mapa das viagens na cidade, ajudando a compreender melhor o uso dos diferentes tipos de transporte e como as pessoas se movem, considerando motivos, gênero, idade, renda e escolaridade, entre outros fatores.
Além da pesquisa principal, outras atividades de campo serão realizadas. Uma das pesquisas vai avaliar a satisfação dos usuários de transporte coletivo nos terminais de ônibus e de metrô. Outras vão incluir a avaliação das ciclovias e calçadas, contagens de tráfego, estudos de embarque e desembarque, e a ocupação visual do transporte coletivo, todas feitas em locais estratégicos para ter uma visão completa do sistema de mobilidade do DF.

Os pesquisadores devem estar devidamente identificados com crachás e bonés
O processo de atualização do PDTU está sendo feito pelo LabTrans, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O acordo com o LabTrans se deu por meio de um convênio tripartite entre a Semob, a UFSC e a Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese).
No dia 10 de julho, foi realizada a primeira de quatro audiências públicas para atualizar o PDTU e a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana do DF. Na ocasião, os participantes puderam fazer sugestões e tiraram dúvidas que foram respondidas por técnicos da Semob e do LabTrans.
Estão previstas mais três audiências públicas e 18 oficinas temáticas e regionais, garantindo a inclusão de diversas perspectivas em um processo contínuo de participação da sociedade. Após a validação das propostas pela sociedade, serão estabelecidos objetivos, metas e ações estratégicas para melhorar o transporte urbano da população.
*Com informações da Semob

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