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Segundo as investigações, grupo criminoso simulava vínculos empregatícios em empresas de fachada, criadas exclusivamente com o objetivo de contratar planos empresariais e vendê-los a pessoas físicas
Foi desencadeada, na manhã desta segunda-feira (dia 14), a Operação “Carência Zero” contra fraudes em planos de saúde. Segundo as investigações, um grupo criminoso simulava vínculos empregatícios em empresas de fachada, criadas exclusivamente com o objetivo de contratar planos empresariais, teria causado um prejuízo de cerca de R$ 11 milhões a uma seguradora.
De acordo com as investigações, depois de criadas e empresas e contratados os planos empresariais, os seguros de saúde eram comercializados para pessoas físicas — que não teriam o direito de adquirir planos coletivos —, sem carência para utilização.
A operação “Carência Zero” é realizada por policiais civis da 12ª DP (Copacabana). Uma mulher, que seria a líder da organização criminosa, foi presa. Os agentes ainda cumprem cinco mandados de busca e apreensão.
Segundo a Polícia Civil, o grupo criminoso criou cerca de dez empresas de fachada. Os endereços delas informados à seguradora eram falsos. A maioria tinha numeração inexistente. O grupo criminoso teria, então, simulado vínculos empregatícios de mais de 800 pessoas.
De acordo com os relatos desses beneficiários dos planos de saúde das empresas investigadas, as pessoas teriam adquirido planos de saúde coletivos para se submeterem a procedimentos médicos que não seriam cobertos em razão do período de carência existente para planos individuais, incluindo cirurgias bariátricas, partos e remoção de tumor cerebral.
Eles teriam feito o pagamento das mensalidades à investigada, que teria repassado parte dos valores recebidos ao seu filho. Além da cobrança de mensalidades, a mulher teria criado uma “taxa de isenção de carência” — de pelo menos R$ 3 mil por cliente — valendo-se do fato de o plano empresarial não ter carência. Segundo a polícia, dessa forma, em apenas seis meses de 2023, os criminosos movimentaram mais de R$ 2 milhões.
Segundo as investigações, o grupo contaria com a participação de um contador, responsável pela abertura das empresas de fachada. Captadores de clientes ficavam em locais de grande circulação oferecendo os planos de saúde. De acordo com informações do “Bom Dia Rio”, da TV Globo, uma clínica em Itaguaí, que pertenceria à suposta líder da organização, também seria usada para oferecer os planos aos pacientes.
A polícia suspeita também da participação de um médico, responsável por cirurgias bariátricas, que indicaria a contratação desses planos de saúde a seus pacientes, para a realização imediata dos procedimentos.

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