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BRIGADEIRO O DOCE MAIS BRASILEIRO
Nesta quinta-feira (26) foi comemorado o Dia Nacional do Cacau, matéria prima do chocolate
Pacheco e a polarização A pergunta do momento é se o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem condições de se transformar no candidato da terceira via para enfrentar a polarização Lula versus Bolsonaro. Caso consiga tal feito, Pacheco poderia largar com 30% dos votos dos que não querem nem Lula nem Bolsonaro e embaralhar […]
A pergunta do momento é se o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem condições de se transformar no candidato da terceira via para enfrentar a polarização Lula versus Bolsonaro. Caso consiga tal feito, Pacheco poderia largar com 30% dos votos dos que não querem nem Lula nem Bolsonaro e embaralhar a disputa eleitoral. A largada do candidato do PSD pregando a volta do diálogo pode ser um excelente atrativo, mas ainda tem muita coisa para ser conversada. O relevante agora, segundo adeptos da campanha do PSD, é o candidato conquistar espaço o mais rápido possível. As próximas pesquisas poderão dar um sinal importante.
O relator da CPI da Pandemia, senador Renan Calheiros (MDB-AL), trava uma briga paroquial com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), em Alagoas. Recentemente, Calheiros deu uma cutucada ao dizer que Lira está preocupado com as investigações sobre o “orçamento secreto”, que turbina os gastos com emendas de aliados do governo. A insinuação é que Lira pode ficar no centro de um possível “escândalo”. Segue o jogo.
Repousa na mesa do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), mais de 20 Propostas de Fiscalização Financeira e Controle (PFCs) feitas por parlamentares do PSB, PT, PSDB, DEM e MDB. O deputado Elias Vaz (PSB-GO) diz que o motivo é bem simples: proteger o presidente Jair Bolsonaro.
Tem uma “corrente generosa” dentro do governo que acredita que Ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e o seu partido, o PP, não deverão abandonar o presidente Jair Bolsonaro. A tese é a de que Ciro e o presidente da Câmara, Arthur Lira, tem dado sinais claros de que se transformaram em “bolsonaristas”.
Coisas incríveis estão acontecendo no Brasil. Depois da polemica sobre o novo Super-Homem que se descobriu bissexual, segundo a DC Comics, o jogador de vôlei Maurício Souza está perto de chegar a 1 milhão de seguidores no Instagram. Antes tinha 200 mil. Em meio à polêmica, o jogador foi demitido do Minas Tênis e barrado da seleção brasileira.
Muitos políticos estão falando “bobagens” sobre o relatório final da CPI da Pandemia. A maioria ainda não leu e age como se fosse um boneco ventríloquo, uma prática muito comum entre os defensores do governo.

O ainda presidente do PTB, Roberto Jefferson, enviou carta aos colegas do partido avisando: continuará lutando por Bolsonaro, mas não dará a vida pelo presidente. Quem conhece Jefferson sabe que ele não suporta ser abandonado. Lembrou que “Bolsonaro é um homem honrado, mas não recolhe seus feridos”.
Ex-juiz Sergio Moro deverá desembarcar no Podemos no próximo dia 10. Ele sonha em ser candidato a presidência da República em 2022. Há quem diga que Moro poderia até abrir mão de sua candidatura em troca da promessa de uma vaga para o STF. É bom lembrar que Moro já foi vítima dessa conversa.
No excelente programa “Papo de Política”, comandado por Natuza Nery (GloboNews), a revelação de uma articulação para um cargo de senador vitalício – sem remuneração – para Jair Bolsonaro, extensivo a todos os ex-presidentes. Não é preciso dizer que tal ideia nasceu dentro do Centrão e visa proteger Bolsonaro de futuros dissabores.

Apelidado de “Vale Diesel”, o auxílio de 400 reais que o governo daria aos caminhoneiros, que tem greve marcada para a próxima segunda-feira, dia 1º, tem futuro incerto. A categoria chamou o “vale” de esmola”. O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, está apostando que a paralisação dos caminhoneiros não causará grandes transtornos.
Carlos Honorato [email protected]

Nesta quinta-feira (26) foi comemorado o Dia Nacional do Cacau, matéria prima do chocolate

A vinícola Dúzsi, localizada numa região da Hungria, onde as videiras são cultivadas há 2.000 anos, proporcionou uma degustação dos seus vinhos, que estão entre os melhores do mundo.

Apesar do bom desempenho pontual da arrecadação, a Secretaria de Fazenda quebra a cabeça com a Dívida Ativa.

O advogado Estenio Campelo escolheu o cenário deslumbrante do Rio de Janeiro para celebrar seu aniversário em clima de sofisticação e alegria.
