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Debate de agressões Longe daqueles debates que mobilizava o pais em outros tempos, o debate da Globo, pouco contribuiu para tirar as dúvidas do eleitor sobre qual país pode surgir depois das eleições. Tanto é verdade que a estrela da noite foi o direito de resposta, principalmente entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o […]
Longe daqueles debates que mobilizava o pais em outros tempos, o debate da Globo, pouco contribuiu para tirar as dúvidas do eleitor sobre qual país pode surgir depois das eleições. Tanto é verdade que a estrela da noite foi o direito de resposta, principalmente entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o petista Luiz Inácio Lula da Silva. No começo da conversa, Bolsonaro lançou mão da imagem do candidato antissistema de 2018, mas logo abandonou. Afinal, hoje é um aliado do Centrão e outras “cositas más”. O outro ponto estranho foi o tal do Padre Kelmo (PTB), que diz ter recebido um chamado de Deus. Funcionou como um braço auxiliar na defesa de Bolsonaro para atacar Lula com acusações que o país todo conhece. Ciro e Lula debateram de forma civilizada com os ataques normais do pedetista. O fato é que não se debateu nada do Brasil do futuro.
No domingo o Brasil vai às urnas. Até hoje as pesquisas não conseguiram identificar um possível vencedor. Até o momento o jogo, segundo as pesquisas, favorece o candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva, que pelas simulações das pesquisas pode vencer a eleição em um eventual segundo turno. Caso tal coisa aconteça, Jair Bolsonaro (PL) será o primeiro presidente a não se reeleger desde o advento da reeleição.
A pesquisa Datafolha mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 50% dos votos válidos e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 36%. Apesar da euforia de parte dos petistas, a pesquisa deixa a eleição em primeiro turno como imprevisível. Como não se ganha eleição de véspera, talvez a pesquisa do próximo sábado possa trazer alguma possíbilidade real.
Um estranho documento do PL contra as urnas eletrônicas, atribuído e um desejo do presidente Jair Bolsonaro (PL), está sendo visto como a largada para a contestação do resultados das eleições de domingo. O TSE mandou investigar, apesar de achar tudo meio fantasioso e falso.
Nas eleições de 2018, a onda bolsonarista varreu do Congresso velhas raposas da política. Agora, apesar de uma previsão de que a renovação será uma das menores desde a redemocratização, já se aposta na volta dos “profissionais” da política. Há quem diga que eles estão fazendo falta em função do amadorismo dos governistas de ocasião.
Visto como uma espécie de “construidor de pontes políticas”, o chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira, abriu a caixa de ferramentas e tem usada a rede social para bater direto no candidato petista Luiz Inácio Lula da Silva, um “aliado do passado”.
Petistas em geral torcem pela derrota do ex-juiz Sérgio Moro (UB), que disputa uma vaga de senador pelo Paraná. Só que Moro liberou seu “modo bolsonarista” e já lidera a corrida eleitoral deixando o senador Álvaro Dias (Podemos) na segunda colocação.
A Saúde deverá ir para o sacrifício para que o governo de Jair Bolsonaro (PL) possa garantir R$ 19,4 bilhões para o orçamento secreto e agradar os parlamentares no próximo ano. O corte na prevenção do câncer pode chegar a 45%. Algo impensável.

Caso as pesquisas espelhem a verdade do momento, a disputa pela vaga do Senado no DF entre as ex-ministras do governo de Jair Bolsonaro, Flávia Arruda (PL) e Damares Alves (Republicanos) vai pegar fogo. Já aconteceram até troca de ataques e tudo mais que a política comporta. Agora é só esperar o domingo para ver o resultado da disputa.

A disputa por uma vaga de deputado federal no Entorno do DF tem três fortes postulantes: a ex-prefeita de Valparaíso, Lêda Borges (PSDB), Célio Silveira (MDB) e Hildo do Candango. Analistas da política goiana garantem que apesar do grande número s candidatos, o trio é visto como favorito na disputa.
Carlos Honorato
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