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Fuad Noman está hospitalizado desde 3 de janeiro e apresenta ‘melhora gradativa’, segundo boletim médico

Internado há 25 dias, o prefeito de Belo Horizonte Fuad Noman (PSD) deve receber alta da UTI do Hospital Mater Dei nas próximas 24 horas. Segundo o boletim médico, ele apresentou “melhora gradativa” do quadro e seguirá tratamento clínico em âmbito hospitalar.
Depois de ter tido recaídas e ter passado por outras três hospitalizações, sua equipe médica adotou uma postura cautelosa, deixando-o mais tempo na UTI. Na última vez que foi para o quarto, o prefeito realizou uma série de agendas, o que não era indicado para o seu estado de saúde.
O foco do tratamento agora é a reabilitação vocal de Fuad.
Na semana passada, ele passou por novos exames que indicaram a manutenção da remissão total do câncer. Ele também concluiu o tratamento do quadro de insuficiência respiratória aguda, pelo qual inicialmente foi internado.
A hospitalização do prefeito ocorreu dois dias após tomar posse em seu segundo mandato. Ele participou da cerimônia remotamente, por apresentar problemas de saúde.
Esta é a quarta internação de Fuad desde que foi reeleito na capital mineira. Em julho deste ano, durante a pré-campanha, anunciou publicamente que estava passando por um tratamento de câncer no sangue, um linfoma abdominal. Ele enfrentou todo o período eleitoral entre quimioterapias e foi liberado justamente às vésperas do pleito.
Na ocasião, ele comemorou a remissão total da doença. Nos posicionamentos recentes de sua equipe médica, as dores nas pernas são tratados como um sintoma de um tratamento bem sucedido.
Em novembro, o prefeito foi internado pela primeira vez após a eleição, após ser diagnosticado com um quadro de neuropatia periférica, em decorrência do tratamento contra o câncer. Ele recebeu alta após cinco dias.
Já em dezembro, o prefeito teve de ser internado em duas ocasiões, para tratar quadros de pneumonia e de sangramento intestinal.

O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

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