POLÍTICA

Presidente do BRB participa de audiência pública na CCJ da CLDF nesta terça (7)

6 de abril, 2026 | Por: Bruno Sodré - Agência CLDF

A reunião está marcada para a Sala de Comissão Pedro de Souza Duarte, a partir das 10h, e terá transmissão pela TV Câmara Distrital

Foto: Ângelo Pignaton/Agência CLDF

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa realiza audiência pública, nesta terça-feira (7), para debater a situação financeira do Banco de Brasília (BRB) e seus negócios com o Banco Master. Foram convidados o presidente do BRB, Nelson Souza, e o secretário adjunto de Economia, Daniel Izaías de Carvalho. A reunião está marcada para a Sala de Comissão Pedro de Souza Duarte, a partir das 10h, e terá transmissão pela TV Câmara Distrital.

A iniciativa é do presidente da CCJdeputado Thiago Manzoni (PL), que busca informações detalhadas sobre a “operação fracassada de aquisição do Banco Master e as medidas de governança adotadas pela instituição”. A proposta original previa a convocação das duas autoridades, mas foi transformada em convite, uma vez que ambos entraram em contato com a comissão e se dispuseram espontaneamente a comparecer.

Manzoni observa que o BRB desempenha papel estratégico na execução de políticas públicas, na gestão da folha de pagamento de servidores, na operacionalização de contratos administrativos e na concessão de crédito a cidadãos e empresas. “O Distrito Federal continua devendo explicações à população. O que nós queremos é que essas explicações sejam dadas de forma pública. Tudo tem que ser exposto publicamente para que as pessoas possam chegar às suas próprias conclusões”, pondera o distrital.

Terracap 

Já na quinta-feira (9), a CCJ realiza nova audiência para ouvir o diretor-presidente da Terracap, Izidio Santos Junior, que vai prestar informações acerca dos imóveis listados na Lei nº 7845/2026. A norma, aprovada pela CLDF no dia 3 de março, teve o objetivo de capitalizar o BRB após a prejuízos nos negócios com o Banco Master.  A lei prevê uma série de medidas para aporte no banco estatal, como a obtenção de empréstimo de até R$ 6,6 bilhões e a utilização de nove imóveis públicos. 

Bruno Sodré – Agência CLDF

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