
Distritais pedem derrubada de edital da Terracap sobre regularização de área em Vicente Pires
O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Declaração de Rui Costa Pimenta ocorreu após o parlamentar entrar com uma ação para interromper o repasse de recursos da União à agência da ONU de refugiados palestinos

A Justiça do Distrito Federal condenou Rui Costa Pimenta, presidente do Partido da Causa Operária (PCO), a pagar R$ 10 mil em indenização por danos morais ao deputado federal Kim Kataguiri (União-SP). Na decisão, a da juíza Tatiana Dias da Silva Medina avalia que Pimenta ultrapassou os limites da liberdade de expressão por associar o congressista ao nazismo, durante fala sobre a ajuda do governo Lula à agência da ONU de refugiados palestinos.
“Reconheço que o réu cometeu ato ilícito consistente em abuso do direito à liberdade de expressão, ao exceder seus limites impostos pelo seu fim econômico, social, pela boa-fé e pelos bons costumes”, afirma a magistrada, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF), na decisão desta segunda-feira.
A declaração do presidente do PCO ocorreu após Kataguiri entrar com uma ação popular na Justiça Federal, em fevereiro de 2024, para interromper o repasse de recursos da União à agência da ONU. Diante da judicialização, Pimenta postou um vídeo em que critica o parlamentar:
— Depois a gente fala que isso aí é nazismo. Cara, fala: como assim nazismo? É, o nazismo era isso: matava o povo de fome, colocava no campo de concentração e matava de fome — disse na publicação. O presidente do PCO também se referiu ao parlamentar como “delinquente político e palhaço”.
Kataguiri afirma no processo que as declarações de Pimenta são “falsas e tão reprováveis que podem diminuir sua boa reputação perante os eleitores”.
Na decisão, a juíza afirma que o “genocídio e o nazismo são considerados tão reprováveis moralmente pela sociedade” que são práticas tipificadas como crimes na legislação brasileira.

O assunto será levado à discussão na próxima reunião de líderes, na terça-feira (7), segundo informou o deputado Pastor Daniel de Castro (PP)

Além de prever a guarda compartilhada na separação, texto estabelece regras para a guarda caso não haja acordo

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Cumprindo acordo com os servidores, os deputados aprovaram – com 17 votos favoráveis – o projeto em dois turnos e redação final
