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Novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida entregou a Paulo Guedes a solicitação de estudos para privatização da estatal Adolfo Sachsida, novo ministro de Minas e Energia MARCELLO CASAL JR / AGÊNCIA BRASIL Em primeiro ato como ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida entregou nesta quinta-feira (12) o documento que solicita formalmente a […]
Novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida entregou a Paulo Guedes a solicitação de estudos para privatização da estatal
Em primeiro ato como ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida entregou nesta quinta-feira (12) o documento que solicita formalmente a realização de estudos para a desestatização da Petrobras e do PPSA (Pré-Sal Petróleo). O pedido foi entregue ao ministro da Economia, Paulo Guedes.
“Espero que no período mais rápido possível nós tenhamos essa resolução pronta para levarmos ao presidente Jair Bolsonaro assinar esse decreto e começar esse processo aguardado pelo povo brasileiro. É a libertação do povo brasileiro contra os monopólios”, afirmou Sachsida. Ele já havia informado que o pedido para privatização da estatal seria um dos seus primeiro atos como ministro.
Guedes disse que vai encaminhar o pedido ainda nesta quinta para o Programa de Parcerias de Investimento (PPI). “Isso deve ser feito hoje mesmo e nós vamos dar sequência aos estudos para a PPSA e depois então o caso da Petrobras”, afirmou o ministro da Economia.
Sachsida foi nomeado para assumir Minas e Energia após a exoneração do agora ex-ministro Bento Albuquerque. Em comunicado, o governo informou que a saída de Albuquerque foi de “caráter pessoal” e tomada após reunião entre o ex-ministro e Bolsonaro de “forma consensual”.
A troca no comando na pasta ocorre após a Petrobras anunciar, na última segunda-feira (9), reajuste no preço do diesel para as distribuidoras, que passará de R$ 4,51 para R$ 4,91 o litro. Os elevados reajustes nos preços dos combustíveis têm irritado o chefe do Executivo, que de forma recorrente critica a política de preços adotada pela Petrobras.
Recentemente, Bolsonaro pediu à Petrobras que não promovesse novos reajustes nos preços dos combustíveis. Segundo o chefe do Executivo, a empresa vem registrando lucros abusivos, em meio à pandemia da Covid-19 e à guerra entre Rússia e Ucrânia, enquanto o Brasil vê a inflação subir, por causa da alta dos preços dos derivados de petróleo.
“Petrobras, estamos em guerra. Petrobras, não aumente mais o preço dos combustíveis. O lucro de vocês é um estupro, é um absurdo. Vocês não podem mais aumentar o preço do combustível”, disse.
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