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O Projeto de Educação Alimentar e Nutricional para os beneficiários do programa Cartão Prato Cheio recebeu certificado de reconhecimento do Laboratório de Inovação em Educação Alimentar e Nutricional, uma iniciativa da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), do Ministério da Saúde e da Universidade de Brasília (UnB). Elaborado pela Subsecretaria de Segurança Alimentar […]
O Projeto de Educação Alimentar e Nutricional para os beneficiários do programa Cartão Prato Cheio recebeu certificado de reconhecimento do Laboratório de Inovação em Educação Alimentar e Nutricional, uma iniciativa da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (Opas/OMS), do Ministério da Saúde e da Universidade de Brasília (UnB).
Elaborado pela Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), o projeto faz uma análise qualitativa sobre as respostas dadas pelos usuários do cartão acerca da aquisição e do consumo dos alimentos comprados com o benefício mensal de R$ 250, principalmente durante a pandemia da covid-19.
“Em tempos de crise, como foi durante a pandemia, a criatividade foi a inspiração para novas experiências. Essa análise permitiu a criação dos Cadernos de Educação Alimentar e Nutricional, o Prato Cheio”, destaca a subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional, Vanderléa Cremonini, integrante da equipe agraciada com o certificado.
“Também criamos uma memória de produção das experiências e dos conteúdos trabalhados, permitindo replicar as abordagens por meio desses cadernos, até mesmo podendo utilizá-los em outros contextos ao redor do país”, informa a gestora e pesquisadora.
O programa Cartão Prato Cheio, instituído pela Lei nº 7.009, de 17 de dezembro de 2021, é uma política social do Distrito Federal que institui o acesso à alimentação adequada e saudável. O cartão consiste em um subsídio financeiro de caráter emergencial disponibilizado aos cidadãos e famílias que se encontram em insegurança alimentar no DF.
Assim, o usuário que se adéqua como beneficiário do programa recebe um cartão bancário com o valor de R$ 250 mensais para que possa fazer a compra direta de gêneros alimentícios que compõem a cesta básica em estabelecimentos que fazem parte da economia local.

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