
Sancionada lei que cria a primeira Universidade Federal Indígena
Instituição representa demanda histórica do movimento indígena

Regiões atendidas pelas carretas de tecnologia receberão cerimônias de formatura na quinta (28) e nesta sexta (29)
A inteligência artificial (IA), tema cada vez mais presente nas discussões sobre futuro e mercado de trabalho, já começa a fazer parte da rotina de centenas de moradores do Distrito Federal. Na quinta (28) e nesta sexta-feira (29), o projeto Brasil.IA, iniciativa da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), realiza a formatura de 579 alunos que concluíram cursos gratuitos nas unidades instaladas no Gama, Rodeador, Santa Maria e Água Quente.
As cerimônias marcam mais uma etapa do projeto, executado pelo Instituto Nacional de Empoderamento Social e Qualificação (Inesq), que transforma carretas adaptadas em espaços de aprendizagem e leva formação em tecnologia para diferentes regiões administrativas do DF. Mais do que a entrega de certificados, a formatura representa o contato de jovens e adultos com conhecimentos que, até pouco tempo, pareciam distantes da realidade de muitas comunidades, mostrando que a inteligência artificial e outras ferramentas digitais já fazem parte das transformações do presente e do mercado de trabalho.
Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Rafael Vitorino, o projeto representa uma ferramenta concreta de inclusão e preparação para as novas exigências profissionais. “O Brasil.IA não entrega apenas um certificado. Ele entrega dignidade e portas abertas para o novo mercado de trabalho. Nossa missão é levar o conhecimento tecnológico até as comunidades, criando oportunidades reais de aprendizado e crescimento, garantindo que o cidadão do DF seja um protagonista qualificado para ocupar as vagas que o setor de inovação oferece”, afirmou.
Ao longo das aulas, os participantes tiveram contato com conteúdos ligados ao universo digital em um ambiente pensado para unir teoria e prática. Para Ana Carolina, coordenadora pedagógica do projeto, o maior impacto aparece justamente na forma como os alunos passam a enxergar esse novo universo. “O mais bonito do projeto é ver os alunos percebendo que a tecnologia também pode fazer parte da realidade e dos sonhos deles”, afirma.
As formaturas reuniram alunos, familiares, equipes pedagógicas, o secretário Rafael Vitorino e parte da Secti-DF, e representantes institucionais do Inesq, em um momento de celebração e reconhecimento pela conclusão da formação.
*Com informações da Secti-DF

Instituição representa demanda histórica do movimento indígena

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