
Câmara Legislativa aprova R$ 763 milhões para Iprev e altera Diretrizes Orçamentárias
Ambos os textos foram propostos pelo Executivo e tiveram a tramitação concluída na CLDF
. Medida vale para policiais e bombeiros que tiverem sequelas em virtude do acidente . O Projeto de Lei 2843/2022, que tramita na Câmara dos Deputados, isenta de Imposto de Renda (IR) agentes de segurança que se acidentarem no trabalho. A medida é válida para profissionais que tenham sofrido sequelas decorrentes de acidentes ou confrontos […]
.
Medida vale para policiais e bombeiros que tiverem sequelas em virtude do acidente
.
O Projeto de Lei 2843/2022, que tramita na Câmara dos Deputados, isenta de Imposto de Renda (IR) agentes de segurança que se acidentarem no trabalho. A medida é válida para profissionais que tenham sofrido sequelas decorrentes de acidentes ou confrontos que resultem em amputações, paralisia de membros ou qualquer incapacitação permanente.
.
Pelo texto, serão beneficiários os agentes das polícias Federal, Rodoviária Federal, Ferroviária Federal, Civil e Militar, além dos corpos de bombeiros militares.

Sargento Fahur é o autor do projeto/Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
.
“Muitos profissionais adquirem incapacitações por doenças, por amputações ou ferimentos graves, o que gera elevados gastos com fisioterapia para reabilitação, medicamentos, próteses e outros, além de terem, muitas vezes, seu crescimento profissional restringido ou interrompido”, disse em justificativa o autor, deputado Sargento Fahur (PSD-PR).
Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Rodrigo Bittar
.
Fonte: Agência Câmara de Notícias

Ambos os textos foram propostos pelo Executivo e tiveram a tramitação concluída na CLDF

Texto vai para sanção presidencial

Valor do salário no final da carreira poderá chegar a R$ 78,8 mil

Senadores da bancada estadual questionaram as conclusões de Pedro Taques durante depoimento na CPI do Crime Organizado
