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Disputa está marcada para julho; há disputa dentro da corrente majoritária para definição de candidato

O PT decidiu retomar o processo de eleição direta para a escolha do presidente da legenda, que ocorrerá em julho. O modelo em que cada fialiado pode votar no seu preferido para comandar a legenda não era adotado desde 2013.
As corrente internas de esquerda, Democracia Socialista e Resistência Socialista, queriam manter a escolha do presidente em congresso partidário, como aconteceu em 2017 e 2019, nas duas vezes em que Gleisi Hoffmann foi eleita presidente.
A proposta foi levada a voto na reunião do diretório nacional, realizada nesta segunda-feira, mas acabou derrotada por 61 a 24.
A grande indefinição sobre a eleição para a presidência do PT se dá no momento em torno da escolha do candidato que representará a corrente majoritária da legenda, a CNB. O ex-prefeito de Araraquara (SP) Edinho Silva é preferido de Lula, mas enfrenta forte resistência dentro do grupo.

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