
Agosto Lilás: campanha amplia orientações sobre direitos e proteção à mulher
Campanha nacional marca os 20 anos da Lei Maria da Penha e incentiva a busca por informação, acolhimento e atendimento especializado para mulheres em situação de violência

Afirmação é da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, sobre PLN enviado ao Congresso A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, confirmou que o reajuste salarial de 18% para policiais e bombeiros do Distrito Federal não resultará em aumento de despesa para a União. Tebet assina a exposição de motivos do projeto de […]
Afirmação é da ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, sobre PLN enviado ao Congresso
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, confirmou que o reajuste salarial de 18% para policiais e bombeiros do Distrito Federal não resultará em aumento de despesa para a União.
Tebet assina a exposição de motivos do projeto de lei que altera o Orçamento federal, encaminhado ao Congresso Nacional pelo presidente Lula (PT) nesta semana. No documento, a ministra afirma que o impacto do aumento salarial será comportado por recursos já autorizados para o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), que custeia as forças de segurança da capital do país.
Assim, o governo federal não precisará enviar mais dinheiro ao DF. É dever da União, como estabelece a Constituição Federal de 1988, organizar e manter as polícias Civil, Penal e Militar, bem como o Corpo de Bombeiros Militar, do Distrito Federal. Também cabe a ela prestar assistência financeira à capital da República para a execução de serviços públicos.
O Fundo Constitucional terá R$ 22,9 bilhões em 2023. O montante representa 41% de todo o Orçamento da capital do país para o ano, de R$ 55,93 bilhões. O projeto de lei enviado por Lula ao Legislativo abre espaço no Orçamento federal para o reajuste, mas não aplica, automaticamente, o aumento sobre os salários dos profissionais.
O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (sem partido-AP), afirma que o PLN deve ser votado até 13 de julho. Se os deputados e senadores aprovarem o projeto, o próximo passo para a recomposição salarial será a publicação de uma Medida Provisória (MP) do presidente da República.
Com base na negociação dos governos federal e local com deputados, senadores e representantes das forças de segurança, o reajuste será de 9%, em julho de 2023, e de mais 9%, em 2024, para policiais civis, militares e bombeiros. Policiais penais não estão inclusos no projeto.
Tebet informou no documento que o impacto da primeira parcela do aumento, até o fim deste ano, chegará a R$ 372 milhões. Em 2024, com a segunda parcela, será de R$ 685 milhões. “Esclarece-se que a alteração não resultará em aumento da despesa, tendo em vista que a mesma dar-se-á a partir das dotações já autorizadas ao GDF, no âmbito dos limites disponíveis nas programações do Fundo Constitucional do Distrito Federal”, enfatizou a ministra. (Do Metropoles.com).

Campanha nacional marca os 20 anos da Lei Maria da Penha e incentiva a busca por informação, acolhimento e atendimento especializado para mulheres em situação de violência

Petista lidera todos os cenários, mas perde pontos de vantagem sobre o senador do PL;na sondagem anterior, presidente aparecia com 45%, contra 37% do filho do ex-presidente

Prazo para comprovar inscrição vai até o dia 14 de agosto

Além do grupo prioritário de crianças e adolescentes, a iniciativa busca proteger pessoas de todas as faixas etárias
