
GDF libera R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio
A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio

Aguinaldo Ribeiro pede racionalidade do governo para envio das leis complementares e paciência de parlamentares
O relator da reforma tributária na Câmara dos Deputados, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), demonstrou preocupação com a possibilidade de a aprovação das leis de regulamentação da Reforma Tributária atrasar por conta das eleições municipais.
O deputado federal avalia que o tributo criado com a reforma, no modelo de Imposto sore Valor Agregado, precisa ser instituído ainda neste ano, para que o calendário de implementação do novo sistema de impostos não seja comprometido.
O IVA será a união do CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal, e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), direcionado para estados e municípios. A primeira alíquota de teste do CBS entra em vigor a partir de 2027, portanto precisa ser determinada em 2026, um ano antes. Aguinaldo Ribeiro disse que alertou o ministro Fernando Haddad sobre o período curto de debates. O deputado participou de um evento da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig), em Brasília.
Aguinaldo Ribeiro defende ainda que a finalização da reforma dos impostos de consumo precisa ocorrer antes do Congresso se debruçar sobre as reformas do Imposto de Renda.
O Ministério da Fazenda criou 19 grupos de trabalho para debater a forma das leis complementares. Todos eles, formados com representantes de estados e municípios. A princípio, parlamentares e setores da iniciativa privada não estão nas discussões. Aguinaldo Ribeiro pediu paciência para os deputados e senadores.

A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio

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