
Brasília recebe encontro de lideranças do Sesc com foco no futuro e na excelência dos serviços
Durante três dias, diretores regionais debatem melhores soluções de gestão para o Serviço Social do Comércio
Medida reforça a segurança de frequentadores, de trabalhadores com prevenção de ocorrências nas unidades
A partir de agora, todos os restaurantes comunitários do DF contam com reforço significativo na segurança, por meio do funcionamento de circuitos de câmeras do Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), o DF 360º, coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). A iniciativa possibilita o acompanhamento em tempo real pelas unidades da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com o objetivo de prevenir crimes e fortalecer a segurança pública.
Com início em setembro do ano passado, os dispositivos transmitem imagens em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) e para as centrais de monitoramento remoto (CMRs) da PMDF. A conclusão da instalação dos circuitos de câmeras ocorreu no final de maio, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pela gestão dos restaurantes. A única exceção é a unidade de Ceilândia Centro (DJ Jamaika), que aguarda a ativação da câmera.
Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de vigilância das próprias unidades. “Ou seja, a integração ao sistema da Secretaria de Segurança Pública vai otimizar e garantir ainda mais a segurança nesses espaços, onde circulam milhares de pessoas diariamente”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A titular lembra, ainda, que outras medidas já vêm sendo implementadas pela Sedes com o objetivo de aprimorar a gestão e a segurança nos restaurantes.
“Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos”Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social do DF
“Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos”, pontuou Giselle.
Os 18 restaurantes comunitários estão localizados em centros urbanos onde há grande movimentação diária de trabalhadores de baixa renda como, por exemplo, as áreas centrais das cidades. A estrutura física dos equipamentos é mantida por empresas contratadas para a prestação do serviço continuado de alimentação e nutrição.
Atualmente, 17 dos 18 restaurantes servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) —, com funcionamento todos os dias da semana. O objetivo é garantir alimentação saudável a preços acessíveis, respeitando as características culturais e os hábitos alimentares da região.
*Com informações da Sedes-DF

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