
CCBB Brasília sedia 4ª edição do Superjazz Festival com programação gratuita
Ingressos gratuitos, mediante retirada no site ou na bilheteria física do CCBB Brasília.

Sambadeiras de Roda (DF), Jongo do Cerrado (DF), Verônica Mucúna (BA), Mãe Natureza (BA) e JociaraSouza (SP) promovem oficinas e apresentações na cidade O Jongo e o Samba de Roda são manifestações artísticas tradicionais que desempenham um papel significativo na história cultural do Brasil, ecoando os ritmos ancestrais, de África, preservando e enriquecendo o patrimônio […]
Sambadeiras de Roda (DF), Jongo do Cerrado (DF), Verônica Mucúna (BA), Mãe Natureza (BA) e Jociara
Souza (SP) promovem oficinas e apresentações na cidade
O Jongo e o Samba de Roda são manifestações artísticas tradicionais que desempenham um papel significativo na história cultural do Brasil, ecoando os ritmos ancestrais, de África, preservando e enriquecendo o patrimônio cultural de comunidades brasileiras.
O Samba de Roda, originário do estado da Bahia, e o Jongo, com raízes em diferentes regiões do país, representam não apenas formas de entretenimento, mas também narrativas de história, resistência, identidade e pertencimento. Essas expressões são símbolos de preservação das tradições ancestrais e influenciam diretamente a cultura brasileira. Seguindo esse cortejo da nossa história cultural, surge o projeto Ritmos Ancestrais, com um intercâmbio entre Jongo e Samba de Roda do DF, BA e SP.
De 6 a 9 de dezembro serão promovidas oficinas e apresentações com as Sambadeiras de Roda (DF), Jongo do Cerrado (DF), Verônica Mucúna (BA), Mãe Natureza (BA) e Jociara Souza (SP).
A proposta da imersão é adentrar as origens, características distintivas e o impacto cultural do Jongo e do Samba de Roda nas expressões de roda que se originaram a partir delas e qual o impacto se tem na cultura do Distrito Federal. Iremos compreender como essas práticas artísticas refletem a interseção de ritmo, movimento e cultura, desempenhando um papel vital na identidade e no patrimônio das comunidades que as mantêm vivas.
Verônica Mucúna nasceu no bairro de Periperi e cresceu em Itapuã, Salvador, Bahia. Mucuna é sambadeira e ganhadeira de alma e descendência, e afro-empreendedora, realizando projetos com grupos culturais, como As Ganhadeiras de Itapuã, o Coletivo Tia Marieta Samba e o Coletivo Samba das Mulheres de Itapuã, que promove rodas de samba como forma de re-existência feminina. Idealizou e é uma das lideranças do movimento de samba de roda Nosso Quilombo em Itapuã. Mucuna é agitadora cultural em sua comunidade e é mãe de Carlos Benjamin. Compositora, está se preparando para iniciar sua carreira autoral, cantando seus sambas e ladainhas.
Mãe Natureza é natural de Cachoeira, sambadeira e brincante das festas populares da Bahia. Cresceu na beira da maré, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, Mestra em Dança (UFBA); Bacharela em Artes, atriz, poetisa, dançarina e performer, arte educadora e educadora popular. Produtora, gestora e coordenadora artístico cultural. Mãe Natureza propõe a escrita da história em primeira pessoa, o samba enquanto elemento político e sagrado de conexão consigo e com o mundo, reverencia o sagrado e a ancestralidade através do samba-rito-celebração e acredita no poder de cura e fortalecimento que há no encontro entre mulheres.
Jociara Souza é pedagoga com especialização em Educação Especial. Idealizadora juntamente com Marina Costa e Priscila Ediara do Grupo de Jongo Filhos da Semente,que desde 2012 firma o legado do grupo Sementes da África-RJ(existente há mais de duzentos anos).Filha do mestre jongueiro Tio Juca (in memoriam), que regia a comunidade Semente da África em Barra do Piraí-SP, Jociara tem desenvolvido trabalhos de promoção e salvaguarda do jongo na cidade de Indaiatuba-SP e região através de ações como oficinas e apresentações em escolas,ONGs e pontos de cultura.
Sambadeiras de Roda é um coletivo de mulheres negras do Distrito Federal, liderado por Diangala e Ndembúlo, que envolve estudos e práticas do Samba de Roda Rural, tendo como referência o Samba de Roda do Recôncavo da Bahia. O coletivo atua no DF, com apresentações, oficinas, ações sociais e produção cultural.
Jongo do Cerrado é um grupo de estudos e práticas do Jongo aqui no Distrito Federal. Tendo como condutor Apoena Machado, que atua no DF com oficinas e apresentações.
– Vivência de Samba de Roda com Verônica Mucúna (BA). Data: 6/12/23 (quarta), às 19h. Local: Espaço Nuvens i Flores (Guará)
– Vivência de Samba no Corpo com Mãe Natureza (BA). Data: 7/12/23 (quinta), às 19h. Local: Espaço Nzinga DF (Conic)
– Vivência de Jongo com Jociara Souza (SP). Data: 8/12/23 (sexta), às 19h. Local: Espaço Luz de Yorimá (Asa Norte)
– Imersão Ritmos Ancestrais. Data: 9/12/23 (sábado), das 9h às 18h. Local: Espaço Renato Cultural Renato Russo (Asa Sul). Haverá uma grande celebração com os grupos e artistas da BA, SP e DF, na Ecofeira o Mercado Sul, em Taguatinga. Festejo gratuito.
Ritmos Ancestrais. Quando: 6 a 9 de dezembro. Onde: Guará, Asa Sul, Asa Norte e Taguatinga. Quanto: as vivências individuais de cada manifestação tem o valor de R$ 45; e a imersão coletiva R$ 65. Ingressos: www.sympla.com.br/evento/ritmos-ancestrais-samba-de-roda-e-jongo-como-expressoes-culturais-no-distrito-federal/2257588?

Ingressos gratuitos, mediante retirada no site ou na bilheteria física do CCBB Brasília.

Mostra competitiva reúne oito espetáculos gratuitos no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, com recursos de acessibilidade para o público

Evento reúne empresários, especialistas e milhares de participantes em uma imersão voltada para tecnologia, empreendedorismo e networking

Evento, voltado a estudantes, empreendedores e ao público em geral, aposta em criatividade, tecnologia e experiências imersivas, será realizado de 12 a 14 de maio e tem entrada gratuita
