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Operação Rastreamento Final, da PCDF, recupera e devolve aos donos 284 celulares furtados ou roubados; Desde 2021, a corporação recuperou, ao todo, 15.892 dispositivos
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) devolveu 284 celulares furtados ou roubados a seus donos nesta terça-feira (12). A cerimônia, que marcou a quinta edição da Operação Rastreamento Final, foi acompanhada pela governadora Celina Leão e ocorreu no Auditório Valderia da Silva Barbosa, na sede da corporação.
Segundo a PCDF, desde 2021, a corporação recuperou 15.892 aparelhos. Além das ações concentradas, as delegacias fazem devoluções diariamente, a partir de boletins de ocorrência e da identificação dos bens. Durante a cerimônia, Celina Leão defendeu o enfrentamento aos furtos e roubos de celulares e reforçou a importância do registro de ocorrência pelas vítimas. “Cada um de vocês teria uma história para contar: o meu foi furto, o meu foi roubo. Mas esse tipo de situação não pode ser tolerada, tem que ser enfrentada”, afirmou a governadora. “Muitas pessoas poderiam estar aqui recebendo o celular, mas não registram a ocorrência porque acham que a polícia não vai encontrar”, emendou.
A chefe do Executivo também citou o impacto da perda do aparelho na rotina das vítimas. “Muitos de vocês fizeram dívida para comprar um novo, às vezes sem nem ter terminado de pagar o anterior. E hoje o celular está sendo recuperado pela Polícia Civil.”
A operação é conduzida pelos departamentos de Polícia Circunscricional (DPC) e de Inteligência, Tecnologia e Gestão da Informação (DGI), com apoio das delegacias. Policiais rastreiam os aparelhos, cruzam dados com registros de furto ou roubo e localizam os bens para devolução.
O delegado-geral da PCDF, José Werick de Carvalho, afirmou que o boletim de ocorrência é essencial. “Continuem registrando, continuem confiando na polícia, porque nós não vamos admitir que esse crime aconteça no DF. A resposta está aqui e está também na entrega diária nas delegacias, que é em torno de 10 a 12 aparelhos celulares.”
Ele também destacou o papel do IMEI na investigação. “Quando forem registrar as ocorrências, lembrem-se: o IMEI do aparelho celular é fundamental para que a gente possa alcançar o autor do crime, identificar e recuperar o aparelho. Essa operação também serve de exemplo para aqueles que ainda insistem em comprar celulares de procedência duvidosa.” IMEI é o número de identificação único de cada celular, usado para reconhecer o aparelho e verificar se há registro de furto, roubo ou impedimento.
Entre os que receberam o aparelho de volta estava Eliene Maria dos Santos Silva. O celular dela foi roubado em um assalto quando saiu de casa para comprar almoço. “Eu fiquei paralisada. Pensei: a minha vida é mais importante do que um telefone”, contou. Depois do crime, comprou outro e assumiu nova dívida. “Quando a polícia ligou [informando que o aparelho foi recuperado], eu não dormi a noite inteira. Agora meu amorzinho [o celular] voltou.”
A gari Maria Aprazível Alves Mendes, 53 anos, teve o celular furtado dentro de um ônibus em outubro, quando seguia para uma consulta médica. Ao perceber o furto, cancelou o atendimento e foi à delegacia. “Eu não acreditava mais que fosse recuperar.” O aparelho, avaliado em cerca de R$ 700, foi presente da filha. “Tem que confiar [na polícia]. Como eu consegui meu celular, outras pessoas também podem conseguir.”
O auditor fiscal Régis Mendes Smidt, 60 anos, recuperou o celular cerca de seis meses depois do furto. O aparelho foi levado de uma mochila enquanto ele estava em um comércio. “Imediatamente, fui à polícia e fiz a ocorrência. A própria polícia me falou que havia chance efetiva de recuperação, mas que poderia demorar. E isso se confirmou”, relatou. “Quando fiz a ocorrência, vi que os campos eram estruturados, pediam a identificação do IMEI, e acreditei. Minha esposa achava que não iam encontrar, que talvez fosse perda de tempo, mas eu confiei na orientação que recebi.”
Para ele, a devolução representa também uma resposta ao prejuízo causado pelo crime. “É uma questão de justiça. Alguém não pode se beneficiar do esforço e do trabalho das outras pessoas. Só tenho a agradecer à polícia por prestar esse serviço com efetividade”, afirmou. Nas quatro primeiras edições da Operação Rastreamento Final, a PCDF havia devolvido 1.062 aparelhos: 184 em outubro de 2024, 135 em dezembro do mesmo ano, 430 em maio de 2025 e 313 em novembro. Com a etapa desta terça, o total chegou a 1.346 celulares restituídos.
A PCDF orienta que vítimas de furto ou roubo registrem ocorrência e informem o IMEI do aparelho, número obtido ao digitar *#06# no teclado do celular. Antes de comprar um telefone usado, o consumidor deve exigir nota fiscal e checar o sistema Consulta IMEI, disponível no site da corporação.

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