
GDF libera R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, DF Social e Prato Cheio
A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio

Medida em debate faz parte de pacote de corte de gastos
Uma das medidas discutidas no pacote de gastos do governo Lula é a mudança na regra de reajuste do salário mínimo.
Além de ser referência para o emprego no setor privado, o salário mínimo serve de base para grande parte das despesas obrigatórias, como aposentadorias e benefícios. Por isso, uma mudança nas regras de salário mínimo acabam impactando as contas públicas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva retomou no ano passado a regra que atualiza o valor do salário mínimo pela inflação do ano anterior e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. É o que garante ganho real para o piso nacional.
Para a definição do mínimo em 2025, o percentual do PIB considerado seria de 2,9%, crescimento do ano de 2023.
Se a regra atual for mantida, o salário mínimo deve chegar a R$ 1.521 em 2025. A previsão considera a nova estimativa do governo federal para o INPC, índice inflacionário usado para atualizar o piso nacional. Atualmente, o mínimo é de R$ 1.412.
A medida discutida no governo altera a regra atual. A ideia é estabelecer um teto para reajuste o percentual de 2,5%.
Esse é o mesmo percentual limite de crescimento das despesas totais do governo, com base na regra do arcabouço fiscal, que prevê que as despesas acima da inflação sobem num intervalo entre 0,6% e 2,5% a depender do comportamento das receitas.
O objetivo é diluir o impacto da valorização do mínimo nas contas públicas. Cada R$ 1 de crescimento do salário mínimo faz as despesas crescerem algo próximoa a R$ 450 milhões.

A maior parte desse montante, R$ 24,6 milhões, foi investida no programa Cartão Prato Cheio

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