
Primeiro caso de ebola é confirmado no Quênia; paciente veio do Congo e faleceu
Segundo autoridades, homem morre em Nairóbi após Quênia confirmar caso inédito de ebola
Sequência atual, obtida com a chegada de Carlo Ancelotti, já é inédita no ciclo preparatório para a Copa de 2026

Embora a produção ofensiva tenha empolgado no Maracanã e permitido à seleção se despedir do país com um voto de confiança da torcida, foi sem a bola que o time mais evoluiu sob o comando de Carlo Ancelotti. Desde que o italiano assumiu, a regularidade defensiva tem sido uma tônica. Com ele, o time já atingiu uma marca inédita neste ciclo. E pode derrubar uma escrita ainda maior nesta terça, contra a Bolívia, às 20h30 (de Brasília), em El Alto.
A meta brasileira não é vazada desde que Ancelotti assumiu. A seleção ainda não havia passado três jogos sem levar gols no pós-Catar. A última vez foi em 2022, na reta final da edição anterior das Eliminatórias.
Se Alisson passar intacto contra os bolivianos, hoje, a escrita derrubada será ainda mais longa, já que esta sequência não é registrada há quatro anos. Na ocasião, foram seis jogos sem sofrer gols entre 2020 e 2021.
A verdade é que os atuais três jogos sem ser vazado não chegam a representar uma marca imponente no histórico da seleção. Mas o longo tempo passado sem alcançá-la mostra como a organização defensiva foi um dos maiores problemas enfrentados no conturbado ciclo para 2026.
O Brasil levou gols em todos os três amistosos com Ramon Menezes. Foram sete sofridos, o que dá 2,3 por partida. Já sob Fernando Diniz, o time só não foi vazado em um de seis compromissos. Voltou a levar um total de sete gols (média de 1,16).
Embora tenha comandado a equipe por mais tempo, Dorival Junior também não conseguiu encontrar esta solidez. Com ele, o time passou intacto em cinco de 16 duelos. Somou 17 e voltou a registrar média superior a um por partida (1,06).
– O mais importante no futebol é não levar gol – cravou o zagueiro Gabriel Magalhães. – Com toda qualidade da nossa equipe, se não sofrer (gols) a possibilidade de ganhar é grande.
Os jogadores fazem questão de destacar a importância de Ancelotti e citam a vocação da escola italiana em formar boas defesas. Já o técnico ressalta se tratar de um trabalho que envolve todos os atletas. Principalmente os atacantes.
– O trabalho defensivo está nas mãos dos atacantes. Na defesa chega a bola que não é limpa. Se isso acontece, fica muito mais fácil controlar. A atuação da equipe a nível defensivo tem sido muito boa nestes três jogos. Temos que seguir trabalhando. Como disse, sobretudo os atacantes.
Na busca de Ancelotti pelos zagueiros que defenderão o Brasil na Copa, o nome de Marquinhos já desponta como garantido. Ao que tudo indica, inclusive como o capitão.
– É um grande zagueiro, um dos melhores do mundo. Por sua experiência, inteligência, caráter, personalidade… Um grande capitão para a seleção – elogiou o italiano. – É uma peça muito importante para a seleção. Confiamos muito em sua capacidade.
Já as outras vagas estão em aberto. Magalhães ganhou pontos pela partida contra o Chile. Titular contra Equador e Paraguai, Alexsandro Ribeiro volta contra a Bolívia. Quem também receberá uma oportunidade em El Alto é Fabrício Bruno. Ancelotti quer usar esta partida para observar atletas que não conhece tanto.
BS20250909060037.1 – https://extra.globo.com/esporte/noticia/2025/09/sem-sofrer-gols-ha-tres-jogos-brasil-pode-atingir-contra-a-bolivia-marca-que-nao-alcanca-ha-quatro-anos.ghtml

Segundo autoridades, homem morre em Nairóbi após Quênia confirmar caso inédito de ebola

Inspeção constatou as correções das não conformidades

Agência também suspendeu comércio de peptídeos sem registro

Condição rara causa o acúmulo de gordura nas células e afeta órgãos como rins, coração e sistema nervoso