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A expectativa é que sejam gerados mais de 160 mil empregos diretos e indiretos Até o dia 21 de dezembro, o Ministério de Minas e Energia está realizando a Energy Weeks, uma série de leilões de petróleo e gás e de geração e transmissão de energia elétrica. A expectativa é arrecadar mais de R$ 206,9 …
A expectativa é que sejam gerados mais de 160 mil empregos diretos e indiretos
Até o dia 21 de dezembro, o Ministério de Minas e Energia está realizando a Energy Weeks, uma série de leilões de petróleo e gás e de geração e transmissão de energia elétrica. A expectativa é arrecadar mais de R$ 206,9 bilhões em investimentos privados com as concessões, além de gerar mais de 160 mil empregos diretos e indiretos.
O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Bruno Eustáquio, falou sobre o assunto – Foto: Agência Brasil
No último dia 3, foram realizados os Leilões de Energia Existente A-1 e A-2, de 2021, os primeiros da série. Ao todo foram movimentados R$ 491 milhões em contratos, para fornecimento entre janeiro de 2022 e dezembro de 2024. O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Bruno Eustáquio, falou sobre o assunto e destacou as expectativas para os próximos leilões.
Antes de mais nada, me permito aqui falar um pouquinho dos resultados que nós tivemos até então: foram três leilões já realizados, R$ 39 bilhões em investimentos e mais de 53 mil empregos desde o início deste governo. Com relação ao leilão que realizamos na sexta-feira (03/12), os resultados foram bem positivos na nossa avaliação. Trata-se de um leilão que entrega energia para os próximos dois anos e nós tivemos um deságio surpreendente, na nossa avaliação, de 12.8%. Ou seja, você tem um preço teto de energia e desse preço foi descontado 12.8%, significando que houve, de certa forma, uma competição. E quem se beneficiará com isso é o nosso consumidor de energia elétrica.
Sim. Na nossa avaliação, trata-se do segundo maior leilão de petróleo e gás do mundo e por quê? Exatamente pelo volume que está sendo licitado, pela qualidade e produtividade desses campos. Nesse caso concreto, o que a gente está oferecendo ao mercado é óleo, não há que se falar aqui em risco exploratório. Portanto, nós fizemos uma avaliação com o apoio do Ministério de Relações Exteriores sobre leilões que ocorreriam mundo afora e, nessa identificação de países em que o Brasil compete, nós chegamos à conclusão de que sem sombra de dúvida, neste cenário atual do novo patamar de petróleo da indústria, estamos diante do segundo maior leilão entregará investimentos e geração de empregos para a nossa sociedade.
Nós estimamos arrecadação de R$ 120 bilhões ao longo dos contratos, são contratos aí que vão até 2050, e uma geração de emprego da ordem de 163 mil empregos.
Esse leilão é uma continuidade do que nós fizemos em 2019. Em 2019 o Congresso decidiu que uma parte desse bônus de assinatura ia para os estados, municípios e Distrito Federal. Então naquela ocasião nós descentralizamos R$ 11,7 bilhões, de Norte a Sul de Leste a Oeste. Nesse leilão iremos fazer a mesma coisa. Dos R$ 11,1 bilhões de bônus assinatura, nós vamos colocar para estados e municípios cerca de R$ 7,7 bilhões possivelmente até o final de fevereiro. Então, olhando para os dois processos e as quatro áreas e, tendo um resultado positivo no dia 17, e essa é a nossa expectativa, nós vamos descentralizar na partida algo em torno de R$ 19,4 bilhões para estados, municípios e Distrito Federal. Aquele exercício pleno do conceito “menos Brasília, mais Brasil”. Isso se nós dividirmos desde a primeira entrada até possivelmente a última entrada desse capital, nós estamos falando de R$ 740 milhões por mês de um modo geral para esse Brasilzão nosso. É, sem sombra de dúvida, uma transformação desse recurso natural e riqueza para esses estados e municípios decidirem a melhor forma de alocação de recursos.
Nós fizemos uma conta mais recente, a gente tem um número que é: a cada R$ 5,2 bilhões você gera algo em torno de dois mil empregos. Então se a gente pega um projeto dessa envergadura que tem algo em torno de R$ 204 bilhões em investimentos, a gente tá falando em aproximadamente 160 mil empregos gerados ao longo desse projeto, sem falar em toda a transformação que acontece em toda a cadeia de suprimento de petróleo e gás.
Sem dúvida. Hoje nós somos o sétimo. Hoje nós produzimos em torno de 3 bilhões de barris por dia, a expectativa, segundo a atualização do nosso plano decenal de energia para 2031, é 5,2 [bilhões de barris]. Esse projeto no pico de produção colocará algo em torno, no total, de 520 mil barris por dia, que significa 20% do que a gente produz hoje. Então de certa forma esse leilão acelera esse processo de elevação do Brasil nas posições de exportador e produtor de petróleo até o final da década.
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