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Dívida bruta do Brasil subiu 0,5% no mês passado e alcançou 76,8% do PIB em maio
O setor público consolidado registrou um deficit primário de R$ 63,9 bilhões em maio, divulgou o Banco Central (BC) nesta sexta-feira. Este é o pior resultado para o mês desde 2020, quando foi registrado o resultado deficitário de R$131,4 bilhões.
Os dados do setor público consolidado levam em conta os resultados fiscais de União, Estados e municípios. O resultado reflete o déficit de R$ 60,778 bilhões do governo central somado ao déficit de R$ 1,078 bilhão dos Estados e municípios. As estatais, que ficam de fora do cálculo, apresentaram déficit de R$ 1,078 bilhão.
Desse modo, déficit primário aumentou em 27,4% em relação a maio do ano passado, quando foi registrado um déficit de R$50,2 bilhões.
Segundo o Banco Central, no acumulado de 12 meses até maio o déficit alcançou R$ 280,228 bilhões, o equivalente a 2,53% do Produto Interno Bruto (PIB). No acumulado de 12 meses até abril o déficit estava em 2,41% do PIB.
A dívida bruta do Brasil subiu para 76,8% do PIB em maio, um aumento de 0,5% em relação ao mês anterior e somou R$ 8,5 trilhões. Com o resultado, esse é o maior patamar alcançado desde fevereiro de 2022, quando a dívida bruta correspondia a 76,91% do PIB. Desde o início de 2024, o aumento acumulado foi de 2,4% do PIB.
O cálculo leva em conta o governo federal, INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e governos estaduais e municipais. Este é um dos principais indicadores econômicos observados pelos investidores na avaliação da saúde das contas públicas.
Segundo o BC, a variação mensal da dívida bruta foi puxada para cima pelos juros nominais apropriados (alta de 0,6%), pelas emissões líquidas (aumento de 0,1%) e pelo reconhecimento de dívida (que teve alta de 0,1%).
Enquanto isso, a dívida líquida, que não leva em conta os ativos do governo, atingiu o patamar 62,2% do PIB em maio (R$ 6,9 trilhões), uma alta de 0,7% Em 2024, o aumento acumulado é de 1,2 ponto percentual do PIB.

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