
Túnel Rei Pelé é realidade e muda a vida dos moradores de Taguatinga
Uma das regiões mais tradicionais e populosas do Distrito Federal recebeu mais de R$ 500 milhões em obras de mobilidade, saúde, educação e requalificação urbana desde 2019

Para solicitar o serviço ao SLU, é necessário informar a localização via Ouvidoria do GDF. Depois de recolhido, o corpo do animal é encaminhado ao Aterro Sanitário de Brasília (ASB)
O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) é a instituição responsável pelo recolhimento de animais mortos em vias públicas do Distrito Fedecral. Animais de pequeno, médio e grande porte são recolhidos por meio de uma empresa terceirizada que presta serviços à autarquia. Neste ano, já foram coletadas 43,7 toneladas de animais mortos em 159 viagens para cumprir o serviço. Isso representa uma média de 4,85 toneladas por mês.
Há duas equipes específicas do SLU que fazem esse recolhimento. Cada uma é composta por um caminhão e dois profissionais que atuam de segunda à sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h; e aos sábados, das 8h às 12h. O cidadão deve solicitar a coleta e informar a localização via Ouvidoria Geral do Governo do Distrito Federal (GDF), pelo telefone 162 ou pelo site do Participa DF.
Depois de retirado o corpo do animal, ele é encaminhado para o Aterro Sanitário de Brasília (ASB). Donos de animais domésticos, além de hospitais veterinários e clínicas veterinárias, são responsáveis pelos animais que morrem nos respectivos ambientes. Nesses casos, os responsáveis precisam contratar uma empresa especializada que faça a cremação ou o enterro dos bichos nos locais apropriados.

O cidadão deve solicitar a coleta e informar a localização via Ouvidoria Geral do Governo do Distrito Federal (GDF), pelo telefone 162 ou pelo site do Participa DF | Foto: Divulgação/SLU
Segundo o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, essa prestação de serviço é extremamente relevante. “O recolhimento de animais mortos é muito importante, não só para a limpeza urbana, mas, também, para a saúde pública da população. É um trabalho complexo, principalmente quando se trata de animais de grande porte, que demandam equipes e equipamentos específicos”, disse.
Vale lembrar que o SLU não recolhe animais vivos nem os corpos de animais mortos em áreas particulares, ou dentro de rios, lagos e bueiros. A autarquia também não recolhe bichos mortos por doenças contagiosas.
*Com informações do SLU

Uma das regiões mais tradicionais e populosas do Distrito Federal recebeu mais de R$ 500 milhões em obras de mobilidade, saúde, educação e requalificação urbana desde 2019

Atendimento será reforçado para dar mais segurança ao público estimado em 100 mil pessoas

Cardápio especial será servido em todos os equipamentos, das 11h às 14h, com prato principal, acompanhamentos e sobremesa

Bioquímica e cofundadora do Sabin, Janete compartilha com o Sesc-DF valores que reforçam compromisso com atendimento de excelência, promoção da saúde e bem-estar da população
