
Investigação de Flávio Bolsonaro em caso Dark Horse permanece sob sigilo
Decisão de Mendonça segue orientação de Fachin de manter reserva do que tratar de 'diligências cujo sigilo seja imprescindível à realização da medida'.
Previsão, até o momento, é que a sessão seja aberta
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2025/y/8/n8laTGQVO4m51T2auPTQ/54990610869-863b87323e-c.jpg)
O Supremo Tribunal Federal (STF) avalia adotar um esquema reforçado de segurança para a sessão extraordinária marcada para a próxima terça-feira, dia 15, quando os ministros vão analisar os desdobramentos da crise que envolve integrantes da própria Corte.
A previsão, até o momento, é que a sessão seja aberta, mas com um modelo de controle de acesso semelhante ao adotado pelo tribunal nos julgamentos relacionados aos ataques de 8 de Janeiro de 2023.
O GLOBO apurou que o Supremo já trabalha com a perspectiva de uma sessão que exigirá atenção especial diante da repercussão e da sensibilidade do julgamento. Por ora, não há decisão de fechar o plenário ao público. A tendência é manter a sessão aberta, com medidas para controlar a circulação e o acesso às dependências da Corte.
Nos julgamentos dos réus pelos atos de 8 de Janeiro, o Supremo adotou medidas especiais de segurança e controle de acesso ao plenário, inclusive com credenciamento prévio. A referência a esse modelo indica que a Corte se prepara para uma sessão fora da rotina, embora os detalhes do esquema para terça-feira ainda estejam em definição.
A sessão foi convocada pelo presidente do STF, Edson Fachin, em meio às medidas adotadas para tentar conter a escalada da crise interna. O plenário deverá analisar o relatório da Polícia Federal que reúne mensagens atribuídas ao banqueiro Daniel Vorcaro e que contém referências ao ministro Alexandre de Moraes. Fachin decidiu levar o tema ao colegiado após uma sequência de questionamentos sobre a forma como o material foi obtido e conduzido.
A convocação faz parte de um conjunto de decisões tomadas por Fachin nos últimos dias para centralizar na Presidência do Supremo a administração da crise. O presidente também suspendeu o andamento de procedimentos relacionados a integrantes da Corte e revogou a designação de Moraes para a condução do inquérito das fake news, preservando os atos praticados até então.
A preparação de um esquema especial de segurança ocorre num momento em que o tribunal tenta reduzir a temperatura da crise. Nesta quinta-feira, Fachin cancelou uma sessão extraordinária que seria realizada pelo plenário. Também foi adiado o pronunciamento que Moraes faria pela manhã. Nos bastidores, uma ala do STF recebeu com alívio o adiamento da fala, sob a avaliação de que uma manifestação do ministro neste momento poderia ampliar a tensão interna.
BS20260911135242.1 – https://oglobo.globo.com/politica/noticia/2026/09/11/stf-estuda-esquema-reforcado-de-seguranca-para-sessao-sobre-crise-nos-moldes-de-julgamentos-da-trama-golpista.ghtml

Decisão de Mendonça segue orientação de Fachin de manter reserva do que tratar de 'diligências cujo sigilo seja imprescindível à realização da medida'.

Vantagens também foram pagas ao gerente adjunto do departamento

Manifestação consta nos autos do inquérito do caso Master, que teve o sigilo levantado após pedido de Edson Fachin

O candidato ao Governo do estado citou ainda que território é dominado pelo traficante Rabicó, que segundo ele tem influência em 100% dos bairros da cidade da Região Metropolitana