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Ana Estrada, de 45 anos, pediu para pôr um fim à vida em fevereiro de 2021. A Justiça do Peru autorizou, pela primeira vez, um processo de eutanásia Imagem sem data de Ana Estrada, paciente peruana que pediu para ser submetida a uma eutanásia — Foto: Jessica Alva Piedra/Wikipedia A Suprema Corte de Justiça do Peru reconheceu, […]
Ana Estrada, de 45 anos, pediu para pôr um fim à vida em fevereiro de 2021. A Justiça do Peru autorizou, pela primeira vez, um processo de eutanásia
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Imagem sem data de Ana Estrada, paciente peruana que pediu para ser submetida a uma eutanásia — Foto: Jessica Alva Piedra/Wikipedia
A Suprema Corte de Justiça do Peru reconheceu, nesta quinta-feira (14), o direito de morrer de uma mulher de 45 anos que sofre de uma doença incurável e degenerativa.
A sentença foi aprovada por quatro votos, e dois magistrados foram contrários. É a primeira vez que a maior instância da Justiça do Peru permite uma eutanásia.
Ainda não foi decidido qual será o protocolo para executar o procedimento médico da eutanásia.
A sentença diz que deve-se “entender por eutanásia a ação de um médico de fornecer de forma direta (oral ou intravenosa) um fármaco destinado a pôr fim à sua vida”.
A paciente do caso se chama Ana Estrada. Ela pediu para pôr um fim à vida dela por eutanásia em fevereiro de 2021. A Justiça peruana deu ordem ao Ministério da Saúde para respeitar a decisão dela.
Estrada sofre desde os 12 anos de polimiosite, uma doença incurável que provoca fraqueza muscular progressiva e por isso ela usa cadeira de rodas desde os 20 anos, segundo a imprensa peruana.
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Fonte: Por g1

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