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Bolsa subiu 1,11%, puxada por mineradoras e bancos O acirramento das tensões políticas entre China e Taiwan interrompeu a trégua dos últimos dias no mercado financeiro. O dólar voltou a aproximar-se de R$ 5,30 e teve a maior alta diária em três semanas. A bolsa de valores, em contrapartida, descolou-se do exterior e subiu mais […]
Bolsa subiu 1,11%, puxada por mineradoras e bancos
O acirramento das tensões políticas entre China e Taiwan interrompeu a trégua dos últimos dias no mercado financeiro. O dólar voltou a aproximar-se de R$ 5,30 e teve a maior alta diária em três semanas.
A bolsa de valores, em contrapartida, descolou-se do exterior e subiu mais de 1%, puxada pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional).
O dólar comercial encerrou esta terça-feira (2) vendido a R$ 5,279, com alta de R$ 0,101 (+1,94%). A divisa começou o dia em leve alta, mas passou a disparar depois das 11h, quando foi confirmado que a presidente da Câmara de Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, havia pousado em Taiwan.
A moeda norte-americana teve a maior alta para um dia, desde 11 de julho. A cotação está no maior nível desde 26 de julho. Apesar da valorização de hoje, a divisa acumula queda de 5,33% em 2022.
Ao contrário do câmbio, o mercado de ações teve um dia menos tenso. Apesar de iniciar a sessão em baixa, o índice Ibovespa, da B3, reagiu e fechou aos 103.362 pontos, com alta de 1,11%.
A bolsa brasileira subiu mesmo com as bolsas norte-americanas em queda porque o preço das commodities subiu com os temores de um conflito entre China e Taiwan, o que beneficiou ações de mineradoras e de siderúrgicas. Um possível estímulo do Banco Central chinês ao setor de construção civil beneficiou as cotações do ferro e do aço.
As ações de bancos também subiram na véspera da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central brasileiro. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com instituições financeiras, o Copom deve elevar a taxa Selic (juros básicos da economia) de 13,25% para 13,75% ao ano.
Fonte: Agência Brasil

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