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Sorteio das vagas para alunos da rede pública do Distrito Federal será realizado no dia 11 de agosto; cursos contemplam instrumentos como violão, pandeiro e bandolim, com prioridade para alunos de baixa renda e pessoas com deficiência
Termina nesta sexta-feira (8) o prazo para que alunos da rede pública do Distrito Federal se inscrevam no sorteio de dez bolsas de estudo oferecidas pela Escola Brasileira de Choro. A iniciativa contempla cursos gratuitos de violão, cavaquinho, pandeiro, flauta e bandolim, além de aulas teóricas, com foco na ampliação do acesso à formação musical de qualidade.
O projeto faz parte da contrapartida social do Complexo Cultural do Choro, que busca preservar o gênero como patrimônio musical brasileiro, ao mesmo tempo em que promove inclusão sociocultural e formação de novos públicos. A ação tem duração de um ano, com duas horas de aula por semana.
O processo seletivo será realizado por sorteio e a prioridade será para candidatos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, especialmente os residentes em regiões administrativas fora do Plano Piloto. Além disso, 10% das vagas estão reservadas para pessoas com deficiência – a sede da escola é completamente acessível.
Para participar, é obrigatório apresentar comprovante de matrícula em escola pública. As inscrições devem ser feitas até o fim do dia desta sexta-feira (8) por meio deste link. O resultado será divulgado no dia 11 de agosto.
Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro, destaca a importância do programa na democratização do acesso ao ensino da música brasileira, em especial o choro. Para ele, a expectativa do projeto é não apenas formar uma nova geração de músicos, mas também inspirar os alunos a se tornarem agentes multiplicadores em suas comunidades, promovendo a cultura e a inclusão por meio da música e contribuindo para o fortalecimento da autoestima e sensibilidade artística de cada bolsista.
“Acreditamos que a música é uma poderosa ferramenta de transformação e queremos proporcionar essa oportunidade a quem, muitas vezes, não teria acesso a uma formação musical de qualidade”, observa. Ele reforça, ainda, a relevância da parceria com a rede pública de ensino: “As escolas são canais essenciais para identificarmos jovens talentos em regiões de maior vulnerabilidade. Além disso, ao integrar a rede de ensino público com a formação especializada em música, criamos pontes reais de valorização da cultura brasileira e contribuímos para a formação cidadã e artística dos alunos.”

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