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Licitações fracassadas e entraves judiciais precisaram ser superados para tirar complexo viário do papel Muito precisou ser feito nos últimos três anos para que o Túnel Rei Pelé se tornasse realidade. O grandioso complexo viário de R$ 275 milhões, sonho acalentado por moradores do Distrito Federal há mais de dez anos, enfrentou problemas licitatórios e …
Licitações fracassadas e entraves judiciais precisaram ser superados para tirar complexo viário do papel
Muito precisou ser feito nos últimos três anos para que o Túnel Rei Pelé se tornasse realidade. O grandioso complexo viário de R$ 275 milhões, sonho acalentado por moradores do Distrito Federal há mais de dez anos, enfrentou problemas licitatórios e impedimentos judiciais até que pudesse ser construído. Um processo que exigiu muito estudo e força de vontade por parte da equipe do Governo do Distrito Federal (GDF).

A saga para tirar o complexo viário do papel começou com uma promessa. Era 2018 quando o então candidato ao governo do Distrito Federal Ibaneis Rocha colocou como meta a execução da obra que melhoraria o fluxo de veículos no centro de Taguatinga. Já eleito, em 2019, o governador capitaneou um trabalho técnico e jurídico junto à Secretaria de Obras (SODF) para que o processo fosse destravado no Tribunal de Contas do DF (TCDF).
“Nós perderíamos o financiamento se não colocássemos todas as obras na praça para licitar e contratar”Luciano Carvalho, secretário de Obras
O órgão fiscalizador havia barrado a construção do Túnel de Taguatinga, em 2014, por falta de previsão orçamentária. Dois anos depois, bloqueou a execução da obra novamente, dessa vez por conta de um imbróglio envolvendo os participantes da licitação – um dos perdedores acionou a Justiça alegando que, na composição do consórcio vencedor, havia uma empresa inabilitada para participar de obras públicas.
Para essa etapa ser vencida, a empresa considerada inidônea foi retirada do consórcio, decisão permitida na legislação. O Tribunal de Contas aceitou a solução e considerou não haver mais impedimentos para a construção do Túnel de Taguatinga. Assim, em 12 de dezembro de 2019, o andamento do processo foi autorizado.
“Nós perderíamos o financiamento se não colocássemos todas as obras na praça para licitar e contratar”, conta o secretário de Obras, Luciano Carvalho. “Do contrato de financiamento das obras do Corredor Eixo Oeste, tínhamos menos de R$ 15 milhões em execução. Agora, já ultrapassamos os R$ 550 milhões em obras contratadas, sendo uma delas a do túnel.”
Apenas 33 dias depois da autorização dada pelo Tribunal de Contas, o governador Ibaneis Rocha assinou a ordem de serviço para a execução do Túnel de Taguatinga. Os primeiros desvios no trânsito para que o canteiro de obras pudesse ser montado foram construídos em maio. E, em 20 de julho de 2020, os trabalhos para erguer o maior complexo viário do Distrito Federal tiveram início.

Atuação da instituição garantiu mais de 82 mil transfusões de sangue na rede pública de saúde do Distrito Federal

Datas foram publicadas no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (31)

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