
CCBB Brasília sedia 4ª edição do Superjazz Festival com programação gratuita
Ingressos gratuitos, mediante retirada no site ou na bilheteria física do CCBB Brasília.

A seleção de filmes brasilienses vem sendo exibida aos sábados e domingos, a partir das 20h30

Até o dia 26 de outubro, a TV Câmara Distrital apresenta a Sessão Cinema de Brasília, um festival de produções premiadas que marcaram os 27 anos do Troféu Câmara Legislativa. A seleção de filmes brasilienses vem sendo exibida aos sábados e domingos, a partir das 20h30. Quatro curtas-metragens e seis longas foram selecionados para a mostra. A TV pode ser sintonizada no canal aberto 9.3, canal 11 (NET) e canal 9 (Vivo).
“A ideia da Sessão Cinema de Brasília da TV Câmara Distrital é apresentar ao telespectador, no conforto da sua casa, filmes brasilienses desses 27 anos do Troféu”, explica Saulo Diniz, que comanda a TV Legislativa. “A CLDF homenageia o cinema de Brasília com esse troféu. Além disso, o prêmio financeiro ajuda muito, porque não é fácil fazer cinema no Brasil. Então é uma forma de a Câmara Legislativa valorizar a cultura de Brasília”, acrescenta.
Além dos canais televisivos, a TV Câmara Distrital também exibe sua programação ao vivo no YouTube. Os conteúdos não se restringem a informar sobre o legislativo distrital: a programação contempla programas culturais, de esporte e entretenimento.
| Dia | Horário | Filme | Duração |
|---|---|---|---|
| Sábado 11/10 | 20h30 | Balãozinho azul | 18 min |
| Sábado 11/10 | 21h | Menina de barro | 116 min |
| Domingo 12/10 | 20h30 | O menino leão e a menina coruja | 16 min |
| Domingo 12/10 | 20h50 | Manual do herói | 103 min |
| Sábado 18/10 | 20h30 | Das raízes às pontas | 16 min |
| Sábado 18/10 | 20h50 | Zirig Dum Brasília – A arte e os sonhos de Renato Matos | 76 min |
| Domingo 19/10 | 20h30 | O outro lado do paraíso | 100 min |
| Sábado 25/10 | 20h30 | UrSortudo | 15 min |
| Sábado 25/10 | 20h50 | O casamento de Louise | 80 min |
| Domingo 26/10 | 20h30 | Celeste & Estrela | 96 min |
Filme inspirado na obra de Albert Lamorisse, de 1956. Tendo como tema exploração do trabalho infantil, conta a história de uma criança que vive triste até o encontro com um simples balãozinho azul se transformar em uma mágica amizade.
A jovem Diana é uma garota habilidosa e especial. Na aurora de seus 12 anos de idade já carrega uma bagagem de conhecimento e talento que se mostra difícil de lidar: ela traz a estigmatizada e dadivosa marca de ser superdotada. Entre a solidão e a curiosidade, entre a agressividade e o carinho, Diana vai tecendo uma autocrítica minuciosa ao passo que descobre a força do conhecimento e da amizade para liberar seus impulsos mais solidários. Ao mesmo tempo que busca “combater” o Bullying em sua escola, Diana precisará estar pronta para enfrentar seus problemas de família, seu coração e uma fúria típica daqueles que não se contentam com a apatia alheia.
Esse é o universo das pessoas-animais, seres que misturam características humanas com as de outro animal. Quando filhotes, eles precisam estudar na Escola Filhote Selvagem, um lugar onde o aprendizado vai muito além da sala de aula.
Na volta do trabalho, Agnus tem sua vida virada de cabeça para baixo quando o ônibus em que está é assaltado. Em meio ao caos, uma misteriosa heroína mascarada surge e lhe entrega um livro: o Manual do Herói. Com esse estranho guia em mãos, Agnus é lançado em um submundo oculto, fragmentado entre heróis, vilões e omissos. E onde o heroísmo está em alarmante declínio. Os vilões estão prestes a unir forças com os omissos em um acordo raramente visto, uma vez que, equipados com uma perigosa tecnologia de bolhas, agora são capazes de drenar a virtude de quase qualquer um, até mesmo dos heróis. Com o poder dos vilões crescendo, o mundo está à beira do colapso. Agora, Agnus precisará usar as habilidades adquiridas com o Manual do Herói e descobrir que ser herói não é sobre poder, mas sobre querer.
Luiza tem 12 anos e fala com orgulho de seu cabelo crespo e sua ancestralidade. Sua história é uma exceção. Os entrevistados, dos mais diversos perfis, falam sobre o papel do cabelo crespo como elemento do tornar-se negro e como ato político contra imposições estéticas. O documentário busca questionar os padrões de beleza, que são impostos cada vez mais cedo e tratar a afirmação do cabelo crespo como um dos elementos fundamentais da identidade negra.
Leitura poética de vida e obra do múltiplo artista baiano Renato Matos, radicado em Brasília desde a década de 1970, e um dos artistas mais criativos, radicais e influentes da cidade.
Antônio (Eduardo Moscovis) faz o que pode para conseguir dinheiro para o sustento do lar. Já tentou garimpo, bicos diversos, e agora pensa ter encontrado finalmente seu lugar: Brasília. Atraído pelas promessas do presidente João Goulart e pela ampla oferta de emprego, ele se muda para a capital com a esposa e os filhos. O sonho da prosperidade, no entanto, é interrompido pelo golpe militar e Antônio, envolvido com o sindicalismo, começa a viver um pesadelo.
Um homem foi preso por engano e posto à mercê do sistema prisional brasileiro. Tendo reconquistado sua liberdade, ele agora precisa conquistar a guarda de sua filha.
Louise é uma violinista da Orquestra Sinfônica, em Brasília. Um dia ela convida o maestro sueco Helstrom para almoçar em sua casa, buscando fisgá-lo pelo estômago. Após algumas caipirinhas, o maestro se apaixona por Luzia, empregada de Louise. A situação se complica ainda mais quando chegam ao almoço Bugre, ex-marido de Luzia que é também jogador de futebol, e Flávio, ex-marido de Louise que depois de dirigir um banco privado assumiu um cargo no Banco Central.
Paulo Estrela (Fábio Nassar) é um crítico de cinema que está no aeroporto à espera de Celeste (Dira Paes), sua grande paixão. Enquanto aguarda ele começa a conversar com Salete (Ana Paula Arósio), uma recepcionista, sobre como ambos se conheceram. Celeste é uma cineasta principiante, que conheceu Estrela em cursos de cinema e foi bastante premiada por seu trabalho como curtametragista. Agora Celeste planeja fazer sua estreia como diretora de longa-metragens e conta com a ajuda de Estrela para adentrar no difícil trabalho de captação de recursos para fazer cinema no Brasil.
Parte do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, a premiação da CLDF vai completar três décadas no próximo ano (houve duas interrupções), e a Câmara Legislativa já começa a planejar a 28ª edição. Em 2025, a exibição dos concorrentes levou mais de três mil espectadores à Mostra Brasília. Conheça os vencedores.

Neste ano o melhor longa-metragem, escolhido pelo júri oficial, recebe R$ 124 mil. Já o curta fica com R$ 37 mil. O melhor diretor, R$ 15 mil e as demais categorias técnicas – nas quais não há distinção entre longas e curtas –, R$ 7 mil, cada. Os valores são aproximados, já que há desconto de impostos, conforme a legislação. No caso dos vencedores do júri popular, os prêmios somam R$ 50 mil, para o longa, e R$ 12 mil, para o curta-metragem.

Ingressos gratuitos, mediante retirada no site ou na bilheteria física do CCBB Brasília.

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Evento, voltado a estudantes, empreendedores e ao público em geral, aposta em criatividade, tecnologia e experiências imersivas, será realizado de 12 a 14 de maio e tem entrada gratuita
