
Após PF recusar delação premiada, advogado abandona defesa de Daniel Vorcaro
Proposta de colaboração continua sob análise da PGR

Projeto do Brasília Ambiental visa coletar amostras em nascentes de 27 espaços ecológicos Neste mês em que se celebra o Dia Mundial da Água (22), o Instituto Brasília Ambiental iniciou a coleta de amostras de água em nascentes de 27 unidades de conservação (UCs). A ação faz parte do projeto de implantação da rede de […]
Projeto do Brasília Ambiental visa coletar amostras em nascentes de 27 espaços ecológicos
Neste mês em que se celebra o Dia Mundial da Água (22), o Instituto Brasília Ambiental iniciou a coleta de amostras de água em nascentes de 27 unidades de conservação (UCs). A ação faz parte do projeto de implantação da rede de monitoramento da qualidade da água nesses locais dedicados à preservação.

Desenvolvido pela Diretoria de Conservação e Recursos Hídricos (Dicon) do instituto, o projeto mapeou 38 pontos em rios, córregos, cachoeiras e lagoas. O objetivo é verificar a qualidade da água dos corpos hídricos que percorrem as unidades de conservação.
“Será possível conhecer as características naturais dos ambientes de conservação, além de identificar possíveis fatores que venham a afetar a qualidade da água, como lançamentos irregulares ou escoamento difuso”, explica a diretora de Conservação e Recursos Hídricos do Brasília Ambiental, Janaína Starling.
O primeiro ciclo de coleta das amostras começou pela região de Planaltina, na Estação Ecológica de Águas Emendadas e nos parques ecológicos do Pequizeiro, Retirinho e Sucupira. Essa etapa do cronograma, que será concluída ainda este mês, abrange também UCs em Sobradinho, Lago Norte e Sul, Asa Norte, Taguatinga, Ceilândia, Samambaia e Águas Claras.
De acordo com a Dicon, neste mês serão coletados os pontos das nascentes. “O monitoramento tem a premissa de criar cenários tanto para a estação chuvosa quanto ao período de seca”, ressalta Janaína.
Financiamento
O projeto é financiado por meio de compensação florestal – pagamentos feitos por empreendimentos que geraram impactos nos recursos naturais. O recurso de R$ 564.966,72 está sendo pago pela empresa Ciplan.
A Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (Ccaf) do Brasília Ambiental, que aprovou o projeto por unanimidade, considerou-o de grande valia para preservar os mananciais do meio ambiente. A Ccaf é responsável por definir o objeto a ser custeado com os recursos de compensação e florestal e a unidade de conservação a ser beneficiada.
Além dos servidores da autarquia, compõem a câmara representantes da sociedade civil, da Secretaria de Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema), da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
*Com informações do Brasília Ambiental

Proposta de colaboração continua sob análise da PGR

Especialista defende educação autoprotetiva e atuação do Poder Público

Decisão já foi comunicada ao ministro André Mendonça, do STF

Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC também é alvo
