
Fiscalização da DF Legal em distribuidoras de bebidas soma 420 ações desde abril
Queda nos registros reflete o avanço das operações integradas entre a pasta e as forças de segurança no Distrito Federal

Cães e gatos devem ser vacinados contra a raiva; DF não tem registro da doença em humanos desde 1978 Para manter a saúde de cães e gatos em dia, é essencial protegê-los do vírus da raiva. A proteção pode ser adquirida com vacina, disponível durante todo o ano nos 14 núcleos de Vigilância Ambiental existentes […]
Cães e gatos devem ser vacinados contra a raiva; DF não tem registro da doença em humanos desde 1978
Para manter a saúde de cães e gatos em dia, é essencial protegê-los do vírus da raiva. A proteção pode ser adquirida com vacina, disponível durante todo o ano nos 14 núcleos de Vigilância Ambiental existentes no DF. O funcionamento desses locais é de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Confira aqui os locais.

A raiva é a única doença infecciosa de origem viral que pode gerar uma encefalite aguda capaz de levar as vítimas a óbito em praticamente 100% dos casos
Estima-se que a capital federal tenha uma população de 345.033 cães e gatos, dos quais 308.419 são cães e 36.613, gatos. “No Distrito Federal, o único caso da raiva humana foi registrado em 1978. O último caso diagnosticado de raiva em cães foi em 2000 e, em gatos, no ano de 2001″, explica o médico veterinário e gerente substituto da Gerência de Vigilância Ambiental de Zoonoses, Laurício Monteiro.
O vírus rábico circula no DF em morcegos, nos bovinos, como bois e búfalos, nos equídeos, como cavalos, pôneis e burros, e outros animais. A Vigilância Ambiental recomenda à população levar os animais que, eventualmente, ainda não foram vacinados até os núcleos da Vigilância Ambiental.
A doença
A raiva é a única doença infecciosa de origem viral que pode gerar uma encefalite aguda capaz de levar as vítimas a óbito em praticamente 100% dos casos. A enfermidade acomete todas as espécies de mamíferos, inclusive os seres humanos.
Uma vez infectado com o vírus rábico, o animal pode tornar-se agressivo, mordendo pessoas, animais e objetos, ou ficar triste, procurando lugares escuros. Outros sinais podem ser observados, como:
– O animal fica de boca aberta e com muita salivação
– Recusa alimento ou água, apresenta dificuldade de engolir (parecendo engasgado)
– Fica sem coordenação motora, passa a ter convulsões, paralisia das patas traseiras (como se estivesse descadeirado)
– Os cães ficam com um latido diferente do normal
*Com informações da Secretaria de Saúde
Agência Brasília* I Edição: Débora Cronemberger

Queda nos registros reflete o avanço das operações integradas entre a pasta e as forças de segurança no Distrito Federal

Ginásio foi entregue à comunidade com atividades de basquete, futsal, vôlei, artes marciais e atrações infantis, das 10h às 17h

Ao longo dos três dias, chefs e instrutores do Senac-DF conduzem demonstrações e colaboram com chefs convidados no preparo de receitas de diferentes países.

Evento nos dias 23 e 24 de novembro apresenta o balanço de 2026 e recebe contribuições para o plano de trabalho de 2027
