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Iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania promove o envelhecimento ativo ao ampliar o acesso a ações de saúde, educação, cultura e qualidade de vida para a população idosa do Distrito Federal
“Antes, eu vivia sozinha e saía muito pouco de casa. Agora, sinto o coração e a mente mais tranquilos, pois conquistei amizades e participo de todas as oficinas e passeios, como caminhadas, aulas de dança e idas ao cinema”, conta a aposentada Isolina Maia, de 71 anos, ao relatar o impacto positivo do programa Viver 60+ em sua rotina.
Criado em 2024 pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Viver 60+ foi oficialmente instituído como programa de governo em maio de 2025. A consolidação da iniciativa permitiu a ampliação e o fortalecimento das ações voltadas ao bem-estar, à inclusão e ao envelhecimento ativo e saudável, beneficiando mais de 11 mil pessoas idosas até o fim do ano passado. Atualmente, o programa conta com 34 núcleos distribuídos por diversas regiões administrativas, como Ceilândia, Taguatinga, Planaltina, Gama, Fercal e Sobradinho.
O Viver 60+ é estruturado em três eixos principais. O primeiro, saúde e qualidade de vida, promove atividades físicas e funcionais com foco na mobilidade, no equilíbrio, no controle da frequência cardíaca e na prevenção de quedas. O segundo eixo, educação e capacitação, oferece ações educativas voltadas ao desenvolvimento de habilidades, ao estímulo de talentos, ao acesso à informação sobre direitos e à prevenção de violências. Já o terceiro eixo, cultura e lazer, desenvolve atividades que fortalecem a inclusão social, a convivência e a vida em comunidade.
“O Viver 60+ reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal com o envelhecimento digno e ativo, especialmente em um contexto de crescimento acelerado da população idosa no DF. Investir nesse público é uma resposta concreta aos desafios sociais, de saúde e de convivência que acompanham essa mudança demográfica. O programa promove autonomia, combate o isolamento social e reconhece a pessoa idosa como protagonista, fortalecendo vínculos e garantindo mais qualidade de vida”, destaca a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani.
Além das atividades regulares desenvolvidas nos núcleos, o Viver 60+ promove, ao longo do ano, uma programação especial com eventos, ações externas e oficinas temáticas que ampliam as experiências, fortalecem vínculos sociais e estimulam a autonomia das pessoas idosas. Centenas de participantes também já passaram por oficinas especiais do programa, como autocuidado na maturidade, jardinagem, produção de pastéis, além de atividades informativas sobre os direitos da pessoa idosa, entre outras ações voltadas ao bem-estar, à convivência e à valorização de saberes.
Mais de três mil pessoas participaram de dois grandes eventos no Eixão do Lazer, com atividades físicas, culturais, serviços e momentos de confraternização. Por meio de parcerias, como a firmada com a Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB), o Viver 60+ também promove passeios mensais ao zoológico, permitindo que os participantes conheçam os animais e visitem o museu de taxidermia. Somente no ano passado, mais de mil pessoas idosas participaram da ação, muitas delas retornando ao local após muitos anos ou vivenciando a experiência pela primeira vez.
Para fortalecer os vínculos de amizade e ampliar os momentos de lazer, o programa realiza ainda visitas ao teatro, a pontos turísticos, ao cinema e a parques do DF. Em fevereiro, por exemplo, 600 pessoas idosas participaram de uma sessão especial no Cine Brasília, onde assistiram a filmes nacionais, com direito a pipoca.
Outro destaque da programação são os bailes temáticos realizados em datas festivas, como Carnaval, Natal e a chegada da Primavera, que reúnem mais de duas mil pessoas a cada edição. Diná de Souza, de 73 anos, moradora do Sol Nascente, foi uma das participantes mais animadas da última edição do Baile Viver 60+. “Caprichei na maquiagem, porque essa beleza é um reflexo da felicidade que eu sinto desde que comecei a participar do programa. As pessoas são muito amorosas e, a cada ação, me sinto mais viva”, relata a aposentada.
→Asa Sul (Santuário Dom Bosco e Centro Presbiteriano Idade Experiência)
→Águas Claras (Paróquia Nossa Senhora da Assunção)
→Água Quente (UBS 08 de Água Quente)
→Ceilândia (UBS 09 – P Sul, CEU das Artes da QNR 02, CEU das Artes da QNM 28 e UBS 5)
→Taguatinga (Paróquia Nossa Senhora de Fátima, Paróquia São João Batista e UBS 01)
→26 de Setembro (Arena Bola de Ouro)
→Santa Maria (UBS 02, UBS 05 e Igreja Presbiteriana)
→Gama (UBS 03 e Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo)
→Samambaia (CRAS e UBS 12)
→Guará II (UBS 03)
→Fercal (Associação dos moradores da Fercal)
→Estrutural (Centro de Convivência)
→Sobradinho (Capela São Carlos)
→Recanto das Emas (CEU das Artes)
→Riacho Fundo II (UBS 01)
→Sobradinho II (Capela São Bento)
→Planaltina (UBS 04)
→Vila Planalto (PAP – Parque Ação Paroquial)
→Paranoá (UBS 03).
*Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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