
Pesquisa revela que mulheres são as principais cuidadoras de crianças com autismo
Mapa produzido por ONG diz que diagnóstico tem ocorrido mais cedo

Allan dos Santos, Monark, Daniel Silveira, Rodrigo Constantino e vários outros usuários já foram suspensos da rede social
Após alguns usuários relatarem que voltaram a conseguir acessar o X no Brasil nesta quarta-feira, a plataforma afirmou que está trabalhando com o governo brasileiro para retornar “muito em breve para o povo do Brasil”. Parece que o trabalho já está sendo feito: as principais contas suspensas judicialmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF) já aparecem retidas novamente, incluindo nomes como Allan dos Santos, Monark, Daniel Silveira e Rodrigo Constantino.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2024/U/6/AfXoFBSWCMZjZsiWhImg/0e6d4a23-cd47-49af-9038-4bd2971f37ce.jpg)
“Quando o X foi desligado no Brasil, nossa infraestrutura para fornecer serviço para a América Latina não estava mais acessível para nossa equipe. Para continuar fornecendo serviço ideal para nossos usuários, mudamos de operadora. Essa mudança resultou em uma restauração inadvertida e temporária do serviço para usuários brasileiros”, explicou a empresa.
O bloqueio da rede social no país foi determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após uma queda de braço que envolveu o descumprimento de decisões por parte da empresa envolvendo o bloqueio de contas e ataques do bilionário Elon Musk, proprietário do X, ao magistrado.
“Embora esperemos que a plataforma fique inacessível novamente em breve, continuamos os esforços para trabalhar com o governo brasileiro para retornar muito em breve para o povo do Brasil”, finalizou a rede social em comunicado.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2024/h/5/Lxi0hRQZmUSL1RQdntuA/54ce38a3-9107-44a3-8c7d-958e84375b90.jpg)
Na decisão que suspendeu o X, Moraes considerou os “reiterados, conscientes e voluntários descumprimentos das ordens judiciais”. Também citou a tentativa do X de “não se submeter ao ordenamento jurídico e Poder Judiciário brasileiros, para instituir um ambiente de total impunidade e ‘terra sem lei’ nas redes sociais brasileiras, inclusive durante as eleições municipais de 2024”.
Com as multas pagas, e a retomada dos bloqueios de contas suspensas pelo Supremo, o único impedimento para o retorno oficial da rede social é a indicação de um representante legal no Brasil.
Uma modificação no registro dos servidores do X tornou possível, depois de duas semanas, o acesso de brasileiros à rede social americana. Isso porque a plataforma comandada pelo bilionário Elon Musk começou a utilizar um serviço que opera como “escudo” para proteger seus servidores. Uma das empresas contratadas para isso foi a Cloudflare, que opera em 330 cidades de mais de 120 países.
A equipe técnica da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) constatou que o conteúdo do X foi colocado em redes de servidores, chamadas de CDNs (Redes de Entrega de Conteúdo), onde não estavam até a véspera. Com isso, não estavam bloqueados os endereços exclusivos que identificam os dispositivos na internet (chamados de IPs) a partir dessas novas redes em uso. Desta forma, usuários que foram direcionados para esses novos servidores tiveram o acesso restabelecido.
O X funcionava por meio de servidores próprios, mas agora está usando também empresas que prestam serviço de entrega de conteúdo, conhecidas como CDN. Quando houve determinação de suspensão do X no Brasil, ocorreu o bloqueio dos endereços ligados a esses servidores próprios. Com a mudança, o veto deixou de alcançar a rede social, e o X acabou “driblando” a decisão do Supremo.

Mapa produzido por ONG diz que diagnóstico tem ocorrido mais cedo

Segundo Inmet, tempo permanece quente nas regiões norte e nordeste

Foco será na conscientização dos motoristas em rodovias federais

São dois volumes com dicas de prevenção às fraudes
