
TSE forma maioria para cassar o mandato de Antônio Denarium, governador de Roraima
Julgamento foi suspenso e será retomado na próxima quinta-feira (30)

Órgãos anunciaram a intensificação da vigilância de saques de valores como forma de prevenção e repressão de qualquer prática ilícita
A Polícia Federal e o Banco Central anunciaram que, em conjunto com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), vão intensificar a vigilância sobre os saques de valores durante o período de campanha que antecede o segundo turno das eleições. O objetivo é prevenir e reprimir qualquer prática ilícita após grandes apreensões de dinheiro com suspeita de compra de voto no período que antecedeu o primeiro turno.
Os órgãos explicaram em nota conjunta que “conforme normativos vigentes, saques de pessoas físicas e jurídicas em agências bancárias acima de R$ 50 mil necessitam de comunicação prévia e formal do cliente, com 72 horas de antecedência, bem como identificação de todas as características da transação do saque, como, por exemplo, a finalidade a que se destina”.
“Todas essas movimentações continuarão a ser obrigatoriamente objeto de comunicação prévia dos bancos às autoridades competentes”, informaram.
Após o primeiro turno das eleições, a PF informou que apreendeu R$ 50,3 milhões em bens e valores em operações de combate a crimes eleitorais, sendo R$ 21,7 milhões em espécie. A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, afirmou que a apreensão era “preocupante”
– É preocupante para todo mundo. Mas nós não tínhamos antes desta eleição dados concretos sobre dinheiro. Daqui para frente vamos nos esmerar, Ministério Público e o Judiciário para cada vez mais a gente ter dados – disse no domingo eleitoral.

Julgamento foi suspenso e será retomado na próxima quinta-feira (30)

A proposta exclui os imóveis localizados no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), utilizado na prestação de serviços de saúde, e a área conhecida como Serrinha do Paranoá

Proposta segue para o Senado

Texto da Câmara havia recebido parecer favorável da CCJ, com relatório da Professora Dorinha Seabra