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Recadastramento dos usuários é fundamental para evitar a perda de atendimentos agendados. Mais de 259 mil pessoas já atualizaram suas informações pessoais Cerca de 30% dos casos de ausências em consultas, exames e cirurgias na rede pública de saúde do Distrito Federal são devido à falta de informações básicas no Sistema Único de Saúde (SUS) […]
Recadastramento dos usuários é fundamental para evitar a perda de atendimentos agendados. Mais de 259 mil pessoas já atualizaram suas informações pessoais
Cerca de 30% dos casos de ausências em consultas, exames e cirurgias na rede pública de saúde do Distrito Federal são devido à falta de informações básicas no Sistema Único de Saúde (SUS) para que os pacientes possam ser contatados, localizados e de fato beneficiados com o atendimento. Os dados são da Secretaria de Saúde (SES).
Com o objetivo de sanar esse problema, além de garantir e ampliar o acesso dos usuários aos serviços públicos de saúde, o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou a campanha RecadastraSUS para que a população mantenha os dados pessoais — telefone, o endereço residencial e email — dos pacientes corretos e atualizados no sistema. Até 16 de agosto, 259,6 mil pessoas já haviam efetuado o recadastramento.

A atualização é simples. Basta informar o telefone – preferencialmente com WhatsApp -, o endereço e o e-mail. Os dados podem ser fornecidos na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima do usuário, pelo telefone 160 opção 5 – em que 300 colaboradores estão disponíveis para atender a ligação e efetuar o cadastro – ou pelo site Portal do Cidadão, no formato de autocadastramento.
“O recadastramento vem ao encontro de nós termos os dados atualizados de toda a nossa população do SUS para que possamos entregar as ofertas de serviços: consultas, exames e cirurgias. O que nós queremos é garantir que não haja nenhuma falta de usuário que estava ou está na fila aguardando um serviço por não ter sido convocado”, explica a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. “É uma via de mão dupla. De um lado, o usuário precisa nos dar os dados corretos e atualizados. Do outro, está a nossa obrigação enquanto Estado de estar ofertando e cuidando da saúde da nossa população”, acrescenta.
Para a secretária de Saúde, o recadastramento evitará que os serviços ofertados pelo governo acabem sendo perdidos pelos usuários, além de auxiliar na concepção de políticas públicas de saúde. “Em setembro de 2022 propusemos operar 3.233 pacientes em cirurgia geral, hérnia inguinal e umbilical, vesícula e histerectomias. Dessas, 849 vagas ficaram sem realizar cirurgias porque não conseguimos contatar os pacientes. Tivemos que seguir todo o trâmite legal novamente para republicar o edital e, em julho [deste ano], nós operamos 402 pacientes desse montante. Então o recadastramento é uma utilidade pública para sabermos onde o usuário está e para que ele possa utilizar esse sistema robusto em sua plenitude”, exemplificou Lucilene Florêncio.

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