
‘Não cabe falar em retaliação’, diz ministro da Fazenda sobre tarifas dos EUA
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Lucro líquido ficou em R$ 26,4 bilhões, aumento de 20,5% ante 2023, com pagamentos de R$ 29,5 bilhões ao governo federal

Os desembolsos do BNDES para financiamento em vigor somaram R$ 133,7 bilhões em 2024, alta nominal (sem descontar a inflação) de 17% frente a 2023. As aprovações de novos financiamentos somaram R$ 212,6 bilhões ano passado, aumento nominal de 22% ante 2023.
Com isso, o banco registrou lucro líquido R$ 26,4 bilhões em 2024, crescimento de 20,5% em relação a 2023, o que permitiu um pagamento adicional de dividendos à União de R$ 13,6 bilhões em dezembro. Incluindo esse pagamento, o total de repasses do lucro para ajudar nas receitas do governo federal somou R$ 29,5 bilhões ano passado.
Em comunicado, o BNDES informou que, diante dos dados, “realizou a maior injeção de crédito” em sua história, com R$ 276,5 bilhões, incluindo “aprovações e garantias”.
A conta é nominal, sem descontar a inflação. Em termos reais, 2010 e 2014 foram os anos recordes do BNDES. Além disso, a conta de “injeção de crédito” considera o Peac, programa de garantias que usa o FGI, um fundo garantidor.
Nesse programa, quem concede o crédito são os bancos comerciais. O BNDES opera a concessão dos avais, com recursos do FGI, que recebeu aportes do Tesouro.
Além disso, segundo o comunicado, 2024 “foi o ano em que o BNDES alcançou a maior carteira de crédito desde 2017, no valor de R$ 584,8 bilhões, e a menor inadimplência do sistema financeiro (0,001%)”.

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