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Assume o Exército o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira; a Marinha, o almirante de esquadra Almir Garnier Santos; e a Aeronáutica, o tenente-brigadeiro do ar Carlos Batista Junior. O novo ministro da Defesa, Walter Souza Braga Netto, anunciou hoje (31) os novos comandantes das Forças Armadas: Exército: general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira; Marinha: almirante de esquadra […]
Assume o Exército o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira; a Marinha, o almirante de esquadra Almir Garnier Santos; e a Aeronáutica, o tenente-brigadeiro do ar Carlos Batista Junior.
O novo ministro da Defesa, Walter Souza Braga Netto, anunciou hoje (31) os novos comandantes das Forças Armadas:
Os três vão substituir Edson Pujol (Exército), Ilques Barbosa (Marinha) e Antônio Carlos Moretti Bermudez (Aeronáutica).
A saída de Pujol, Barbosa e Bermudez foi anunciada nesta terça (30) pelo ministério, por meio de uma nota divulgada à imprensa.
O anúncio aconteceu um dia após Fernando Azevedo e Silva ter deixado o cargo de ministro da Defesa e ter sido substituído por Braga Netto, que até então chefiava a Casa Civil.
Esta foi a primeira vez desde 1985 que os comandantes das três Forças Armadas deixaram o cargo ao mesmo tempo sem ser em período de troca de governo.
Nesta terça, no primeiro ato público como novo ministro da Defesa, Braga Netto publicou uma ordem do dia alusiva ao aniversário de 57 anos do golpe militar de 1964, chamado pode ele de “movimento de 31 de março de 1964”.
Nas palavras dele, coube às Forças Armadas a responsabilidade de pacificar o país, enfrentando desgastes para reorganizá-lo e garantir as liberdades democráticas.
Braga Netto, no entanto, não fez referência aos 21 anos em que os militares se mantiveram no poder após o golpe nem a atos duros do regime como o AI-5, à censura à imprensa e à perseguição a politicos.
O novo ministro destacou que as Forças Armadas “acompanham as mudanças dos últimos anos, conscientes de sua missão constitucional de defender a pátria, garantir os poderes constitucionais, e seguros de que a harmonia e o equilíbrio entre esses poderes preservarão a paz e a estabilidade em nosso país”.
Ao todo, na segunda-feira, o governo anunciou seis mudanças na Esplanada dos Ministérios.

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