ECONOMIA

Brasil registra crescimento de 14% na produção de petróleo e gás

29 de julho, 2026 | Por: Agência Brasil

Exportações aumentaram e vendas internas permaneceram estáveis

28/05/2026 - Pré-sal da Bacia de Santos -Esta é a P-67, uma unidade gigante do tipo FPSO (sistema flutuante de produção, armazenamento e transferência) que opera no pré-sal da Bacia de Santos. Com impressionantes 353 mil toneladas, 288 metros de comprimento, 54 metros de largura e 31 metros de altura, essa estrutura colossal tem capacidade para processar diariamente até 150 mil barris de petróleo e comprimir até 6 milhões de m³ de gás natural. Mostrar o cotidiano, a segurança e a dedicação dos profissionais que trabalham embarcados nessa superestrutura é uma forma de valorizar quem constrói a nossa história todos os dias.
Como parte ativa do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, a Petrobras reafirma o compromisso de construir um ambiente de trabalho mais inclusivo e representativo, quebrando barreiras históricas no setor offshore e impulsionando a equidade tanto em terra quanto mar afora. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A Petrobras informou que a produção total de petróleo e gás (óleo, líquido de gás natural e gás natural) alcançou a marca recorde de 3,34 milhões (MM) barris de óleo equivalente por dia (boed) no 2º trimestre de 2026, valor 14,1% acima do mesmo trimestre do ano passado e 3,4% acima do 1º trimestre de 2026.

De acordo com a companhia, o desempenho resulta da melhoria na eficiência dos navios-plataforma Maria Quitéria, no campo de Jubarte; Alexandre de Gusmão; e no campo de Mero, P-78, no campo de Búzios, além do início de produção do FPSO P-79, no campo de Búzios.

A empresa informou que dez novos poços produtores entraram em operação no trimestre avaliado, sendo quatro na Bacia de Campos e seis na Bacia de Santos.

Exportações 

Com o aumento da produção, as exportações cresceram para cerca de 1 MM bpd, ante redução das importações de óleo para 89 mbpd no segundo trimestre, considerado o menor volume desde a pandemia.

No mesmo período, o fator de utilização das refinarias chegou a 101,2%.

A empresa destaca que, diante do cenário de guerra no Oriente Médio e oscilação do valor do petróleo global, a maior utilização do parque de refino “tem sido fundamental para ampliar a oferta de derivados no mercado nacional”.

Mercado interno

As vendas no mercado interno mantiveram-se em patamar semelhante ao do primeiro trimestre, já que o aumento da comercialização de diesel e GLP compensou a retração do consumo de demais produtos.

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