
Desemprego cai em 13 estados e recua para 5,4% no segundo trimestre, aponta IBGE
Taxa de desocupação ficou estável nas demais unidades da federação. Taxa está nas mínimas históricas, mas informalidade ainda atinge mais de um terço dos ocupados
Rendimentos creditados nas contas somam R$ 4,9 bilhões
Poupança tem entrada líquida de R$ 1,3 bi em março . As entradas superaram as saídas de acordo com relatório divulgado nesta sexta-feira (5), em Brasília, pelo Banco Central (BC).
No mês passado, foram aplicados R$ 324,7 bilhões, contra saques de R$ 323,4 bilhões. Os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 4,9 bilhões. Com isso, o saldo da poupança é de R$ 975,8 bilhões.
No mês anterior, fevereiro de 2024, houve saída líquida (mais saques que depósitos) de R$ 3,8 bilhões, assim como em janeiro (R$ 20,1 bilhões). O resultado positivo do mês de março passado também contrasta com o verificado em março de 2023, quando os brasileiros sacaram R$ 6,1 bilhões a mais do que depositaram na poupança.
Diante do alto endividamento da população, em 2023 a caderneta de poupança teve saída líquida (mais saques que depósitos) de R$ 87,8 bilhões. O resultado foi menor do que o registrado em 2022, quando a fuga líquida foi recorde, de R$ 103,24 bilhões, em um cenário de inflação e endividamento altos.
Os saques na poupança se dão, também, porque a manutenção da Selic – a taxa básica de juros – em alta estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. De março de 2021 a agosto de 2022, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis.
Por um ano – de agosto de 2022 a agosto de 2023 – a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas para segurar a inflação. De lá para cá, entretanto, o comportamento dos preços fez o BC cortar os juros por seis vez consecutivas, chegando a 10,75% ao ano.
Em 2021, a retirada líquida da poupança chegou a R$ 35,49 bilhões. Já em 2020, a caderneta tinha registrado captação líquida – mais depósitos que saques – recorde de R$ 166,31 bilhões. Contribuíram para o resultado a instabilidade no mercado de títulos públicos no início da pandemia de covid-19 e o pagamento do auxílio emergencial, depositado em contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal.
Edição: Kleber Sampaio

Taxa de desocupação ficou estável nas demais unidades da federação. Taxa está nas mínimas históricas, mas informalidade ainda atinge mais de um terço dos ocupados

Bancos afirmam que é necessário solicitar o valor para recebê-lo; entidades de poupadores querem que valores sejam pagos sem adesão formal

Ao longo de um ano e meio de convivência como presidentes, os dois acumularam choques, intercalados por alguns momentos de demonstração de simpatia e aproximação.

Legislação tem um processo longo, que pode ser interrompido em caso de negociação