
Primeira edição da Semana Niemeyer Brasília Week, em dezembro, vai celebrar 120 anos de nascimento do arquiteto
Inspirada em encontros e feiras como as de Milão e Miami, evento tem origem em lei sancionada há duas semanas
. Estreia no Teatro do CCBB Brasília dia 12 de janeiro de 2024, e cumpre temporada até 4 de fevereiro com sessões sexta e sábado, às 17h, e domingo, às 11h e 17h. Todas as sessões contarão com intérprete de Libras e recurso de audiodescrição. . O espetáculo conta e canta a história de uma princesa africana educada para se tornar uma grande rainha, por seu trisavô. Dentro […]
.
Estreia no Teatro do CCBB Brasília dia 12 de janeiro de 2024, e cumpre temporada até 4 de fevereiro com sessões sexta e sábado, às 17h, e domingo, às 11h e 17h. Todas as sessões contarão com intérprete de Libras e recurso de audiodescrição.
.
O espetáculo conta e canta a história de uma princesa africana educada para se tornar uma grande rainha, por seu trisavô. Dentro de uma tenda, os dois tecem longos diálogos onde o sábio ancestral passa à pequena, importantes lições. Em especial, como usar o poder da fantasia para viajar por universos imaginários.
.
Os contos narrados pelo ancião, transcritos em um antigo pergaminho: “A Trilogia das Arábias”, têm como personagens centrais grandes Rainhas do passado. Histórias essas que conduzem a Princesa criança através de aventuras por terras desconhecidas. E é nessa envolvente apresentação de realezas ancestrais, que são transmitidos valores fundamentais para ela reinar com sabedoria toda a Arábia Feliz.

Foto: Divulgação
Makeda – A Rainha da Arábia Feliz, mais que levar ao público uma construção cênica bem elaborada, com texto e trilha sonora originais, espelha um reflexo semelhante aos traços étnicos/raciais/ancestrais do povo preto.
.
Com dramaturgia de raízes nas culturas africanas ancestrais e que traz como protagonista uma menina preta, em formação de sua personalidade, Makeda – A Rainha da Arábia Feliz surge para possibilitar a criação dos novos arquétipos no imaginário coletivo. “Salientando, de forma poética e sensível, a representatividade negra infantil feminina como símbolo de avivamento da autoestima”, argumenta Allex Miranda, autor, diretor e idealizador do projeto, que justifica: “ao dar a outras crianças a chance de se enxergarem como protagonistas das suas próprias representações históricas.”
Ficha Técnica:
Texto e direção: Allex Miranda | Elenco: Ella Fernandes; Graciana Valladares; Lucas da Purificação; e Thiago Justino | Direção musical: Maíra Freitas | Direção de produção: Bruno Mariozz | Direção de movimento: Tainara Cerqueira | Assistente de direção; Fernanda Dias | Cenário: Anderson Dias | Figurino: Wanderley Gomes | Iluminação: Daniela Sanchez | Identidade visual: Levi Cintra: Produção Executiva: Angélica Lessa | Assistente de produção e técnico de palco: Gabriel Ribeiro | Comunicação e marketing: Rafael Prevot | Assessoria de imprensa: Rodrigo Machado | Fotografia: Valmyr Ferreira | Idealização: Allex Miranda | Produção e realização: Palavra Z Produções Culturais
.
Os ingressos, no valor de R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada), serão disponibilizados a partir de 05 de janeiro no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília. Todas as sessões contarão com intérprete de Libras e recurso de audiodescrição. O projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura, Banco do Brasil e BB Asset, com patrocínio do Banco do Brasil e BB Asset, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet.

Inspirada em encontros e feiras como as de Milão e Miami, evento tem origem em lei sancionada há duas semanas

Já está no ar o Episódio 77 do Nosso Quadradinho, programa mensal da TV Câmara Distrital

Poucos artistas traduziram tão bem o espírito do Brasil urbano quanto Noel Rosa

15 anos Lamira