
Mega-Sena sorteia hoje prêmio estima em R$ 7 milhões
Apostas podem ser feitas até as 20h, horário de Brasília

BC chinês reduz taxa de juros e exigências de compulsórios bancários, injetando US$ 140 bilhões na economia. Bolsas sobem
O Banco Popular da China (PBOC), banco central chinês, divulgou nesta terça-feira o que já é considerado por especialistas o maior pacote de estímulos à economia desde pandemia de Covid, em 2020. As medidas incluem reduções em diferentes taxas de juros e incentivos à combalida indústria da construção civil local.
O presidente do BC chinês, Pan Gongsheng, cortou a taxa de juros de curto prazo. E reduziu a exigência para a quantidade de dinheiro que os bancos precisam manter em reserva (os compulsórios bancários) para o nível mais baixo desde pelo menos 2018.
Foi a primeira vez que houve um anúncio simultâneo de redução de juros e de menor exigência de compulsórios desde, pelo menos, 2015. Só a liberação de compulsórios deve injetar US$ 140 bilhões na economia.
Em uma rara coletiva de imprensa em Pequim, Pan afirmou ainda que, se necessário nos próximos meses, o banco central estava pronto para fazer outra redução nos compulsórios, potencialmente dobrando o dinheiro extra disponível para empréstimos.
O PBOC também autorizou os bancos a reduzirem as taxas de juros de hipotecas existentes em cerca de meio ponto percentual. Em alguns casos, os juros poderão ficar abaixo de 4% ao ano.
Além disso, será reduzida a exigência de entrada na compra de imóveis, inclusive para segundas residências, muitas vezes adquiridas na China como investimentos. Hoje, é obrigatório que o comprador pague ao menos 25% do valor como entrada, no caso de segundos imóveis. Agora, a exigência será de apenas 15%.
Pan disse que o banco central terá à disposição ao menos 800 bilhões de yuans (US$ 113 bilhões) em linhas de injeção de liquidez no mercado.
Embora várias das medidas já fossem esperadas, o lançamento altamente divulgado mostrou que as autoridades estão levando a sério os avisos de que a China corre o risco de não atingir sua meta de crescimento de cerca de 5% este ano.
O pacote de políticas provavelmente coloca essa meta de volta ao alcance, mas ainda existem dúvidas sobre se será suficiente para romper a pressão deflacionária de longo prazo e a crise imobiliária arraigada da China.
As autoridades ainda não apresentaram medidas mais enérgicas para estimular a demanda entre os consumidores, o que alguns analistas consideram um elemento-chave para a recuperação da economia.
— É difícil dizer qual solução milagrosa pode ajudar a resolver tudo, — disse Ken Wong, especialista em portfólios de ações asiáticas da Eastspring Investments Hong Kong Ltd. — Embora seja bom ter medidas de flexibilização monetária, mais precisa ser feito para ajudar a consolidar o crescimento no quarto trimestre.
As medidas de estímulo trouxeram otimismo ao mercado financeiro. A Bolsa de Xangai, principal referência para o mercado acionário chinês, fechou em alta de 4,3%. Em Hong Kong, a bolsa encerrou o dia com valorização de 4,13%. Já a Bolsa de Seul subiu 1,14% e a de Tóquio, 0,57%.
A questão agora é se tudo isso é um prelúdio para medidas mais substanciais, disse Christopher Beddor, vice-diretor de pesquisa sobre a China na Gavekal Dragonomics:
—Se os formuladores de políticas voltarem ao modo de espera e observação, o entusiasmo inicial do mercado pode desaparecer.

Apostas podem ser feitas até as 20h, horário de Brasília

Receita pretende simplificar obrigação criada por reforma tributária

Desse total, 75 grupos familiares que pela primeira vez recebem o benefício deverão retirar o documento a partir desta segunda-feira (29) no BRB; demais contemplados podem utilizar o mesmo cartão

Segundo Moretti, proposta será levada ao Congresso nos próximos dias
