
Maior artilheiro da história do Brasil, Neymar reforçará a seleção na Copa
Camisa 10 do Santos já marcou 79 gols pela seleção brasileira
Mudança de formato da competição, que terá sexta decisão de 90 minutos neste sábado, deu peso extra a momentos decisivos. Até aqui, todas as partidas foram decididas por um gol
A Copa Libertadores ruma à sexta final em jogo único no próximo sábado, quando Atlético-MG e Botafogo se enfrentam no Monumental de Núñez, em Buenos Aires. A partir da edição 2019 da competição, os 180 minutos que mudavam as histórias de clubes passaram a ser 90, na maioria das vezes longe das casas dos finalistas, num cenário que se transformou numa forja para a criação de grandes heróis e vilões.
Das cinco finais únicas disputadas até hoje, as cinco com presenças brasileiras, todas foram decididas por um gol de diferença. Um chute certo, uma cabeçada ou posicionamento inteligente e oportuno podem mexer com carreiras na competição.
A Libertadores foi o palco que consolidou a idolatria de Gabigol no Flamengo. Os quatro gols em finais da América marcados por ele são um dos grandes motivos para o possível adeus do atacante ao clube dividir a torcida rubro-negra de forma tão acalorada. Gabigol balançou as redes duas vezes na histórica virada sobre o River Plate na decisão de 2019 (2 a 1), em Lima, e fez o gol solitário sobre o Athletico que deu ao Fla o tri em 2022, em Guaiaquil. Além de ter marcado na final de 2021, na derrota para o Palmeiras.
O atual camisa 99 já estava alçado ao patamar de ídolo na primeira conquista (um dia depois, o clube foi campeão brasileiro) e se solidificou ainda mais no posto com o gol que marcou três anos depois. Hoje, é um dos jogadores mais vitoriosos da história do Flamengo.
13 títulos: Libertadores (2019 e 2022), Brasileirão (2019 e 2020), Copa do Brasil (2022 e 2024), Carioca (2019, 2020, 2021 e 2024), Supercopa do Brasil (2020 e 2021) e Recopa Sul-Americana (2020).
304 jogos, 160 gols e 44 assistências (uma passagem)
Quem também viu seu patamar mudar no futebol brasileiro foi Deyverson, que deve estar em campo com a camisa do Galo no sábado. O jogador já havia marcado gol que garantiu o título Brasileiro ao Palmeiras em 2018, sobre o Vasco. Mas 90 minutos em Montevidéu o transformaram no “Deyvin”, figura tão marcante quanto decisiva.
Na final de 2021 (2 a 1), contra o Flamengo, o camisa 9, reserva da equipe de Abel Ferreira, aproveitou uma bobeada de Andreas Pereira e saiu de cara para Diego Alves para dar ao Palmeiras seu tricampeonato, no segundo título consecutivo.
Aquele lance também rendeu a Andreas uma desconfiança permanente no Flamengo. Hoje destaque no Fulham-ING e bem cotado na seleção brasileira, acabou virando “vilão” da decisão e não teve vida longa no rubro-negro.
4 títulos: Libertadores (2021), Brasileirão (2018), Recopa Sul-Americana (2022) e Paulista (2022)
140 jogos, 30 gols e e 10 assistências (duas passagens)
Dez meses antes, outro reserva alviverde já havia entrado para a história do clube numa final do torneio. O atacante Breno Lopes, que havia chegado três meses antes, após se destacar no Juventude, foi chamado por Abel no fim do segundo tempo e em seu segundo jogo naquela Libertadores decretou a vitória sobre o rival Santos (1 a 0) no Maracanã. Breno faria mais de 160 jogos pelo Palmeiras, fez parte do elenco da conquista seguinte (e de outros títulos alviverdes) e hoje é jogador importante do Fortaleza.
9 títulos: Libertadores (2020 e 2021), Brasileirão (2022 e 2023), Recopa Sul-Americana (2022), Supercopa do Brasil (2023) e Paulista (2022, 2023 e 2024)
167 jogos, 25 gols e 6 assistências (uma passagem)
O mesmo Maracanã traria o fim de outra grande história com capítulo derradeiro na final única, no ano passado. O atacante John Kennedy, do Fluminense, era visto como joia atrapalhada por problemas extracampo. Na temporada passada, voltou de empréstimo à Ferroviária-SP e virou uma aposta quase pessoal do técnico Fernando Diniz.
Acabou sendo o herói que o treinador precisava. Entrou aos 35 do segundo tempo sob a a antevisão de Diniz de que marcaria o gol do título sobre o Boca Juniors. Foi o que fez, já na prorrogação (2 a 1), garantindo a primeira conquista tricolor na história da competição.
3 títulos: Libertadores (2023), Recopa Sul-Americana (2024) e Carioca (2023)
112 jogos, 21 gols e 5 assistências (duas passagens)

Camisa 10 do Santos já marcou 79 gols pela seleção brasileira

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