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A norma prevê a implementação e estruturação de espaços voltados ao letramento digital, à robótica e à utilização da IA como elemento didático

Foto: Andressa Anholete/ Agência CLDF
Preparar os estudantes do Distrito Federal para os desafios da era digital, promovendo a inclusão tecnológica desde a Educação Básica, por meio da criação de locais adequados para este fim: este é o objetivo da Lei nº 7.796/2025, de autoria da deputada Jaqueline Silva (MDB). A norma estabelece diretrizes para implementação e estruturação de Centros Interescolares de Robótica (CIR), nas escolas, voltados ao letramento digital, à robótica e à utilização adequada da inteligência artificial como elemento didático.
O letramento digital pode ser definido como a capacidade de utilizar tecnologias digitais de forma crítica e eficiente, compreendendo suas implicações sociais, culturais e éticas. Já a Robótica Educacional combina conhecimentos de diversas disciplinas, como matemática, física e engenharia. Enquanto a capacitação em Inteligência Artificial visa assegurar que os estudantes sejam agentes ativos na discussão e na tomada de decisões sobre o impacto da tecnologia na sociedade, entre outros aspectos.
Para a deputada, os Centros Interescolares de Robótica “podem despertar o interesse dos alunos por áreas como ciências exatas e engenharia, além de desenvolver habilidades essenciais para a resolução de problemas, pensamento crítico e trabalho em equipe”. Além disso, “a criação desses espaços permitirá a capacitação contínua dos educadores”, acrescenta Jaqueline Silva.
A Lei nº 7.796/2025 foi promulgada pelo presidente da Câmara Legislativa, deputado Wellington Luiz (MDB), após os deputados distritais derrubarem o veto do governador à proposta, que havia sido aprovada pelo plenário da CLDF.
Marco Túlio Alencar – Agência CLDF

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