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Lateral é um dos três acima dos 24 anos chamados por André Jardine O lateral Daniel Alves, de 38 anos, é o destaque entre os 18 jogadores convocados pelo técnico André Jardine nesta quinta-feira (17) para a seleção olímpica masculina de futebol, que disputará os Jogos de Tóquio (Japão). O camisa 10 do São Paulo […]
Lateral é um dos três acima dos 24 anos chamados por André Jardine
O lateral Daniel Alves, de 38 anos, é o destaque entre os 18 jogadores convocados pelo técnico André Jardine nesta quinta-feira (17) para a seleção olímpica masculina de futebol, que disputará os Jogos de Tóquio (Japão). O camisa 10 do São Paulo é um dos três atletas acima de 24 anos chamados para o torneio, que será realizado entre os dias 22 de junho e 7 de agosto. Os demais são o goleiro Santos, do Athletico-PR, e o zagueiro Diego Carlos, do Sevilla (Espanha).
“Bati na trave duas vezes e agora estou tendo a honra de ser chamado e poder fazer parte desse grupo, que vai defender a medalha [de ouro] conquistada no Brasil [nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016]. Vestir a camisa da seleção brasileira significa muito para um jogador, em especial para mim”, disse Daniel Alves, em depoimento à SPFC TV.
Em entrevista coletiva nesta quinta, após divulgar a convocação, Jardine revelou ter conversado com o próprio lateral, que manifestou a vontade de representar o Brasil.
“Ele era para estar na Copa América, mas a lesão [no joelho direito] acabou o tirando [do torneio continental]. É um jogador que vai agregar demais com experiência, liderança e sabedoria aos atletas mais jovens. O universo quis assim: tirou-o da Copa América e colocou em uma Olimpíada, que ele ainda não tem. Até brinquei com ele hoje [quinta]: ‘estudei seu currículo e vi que ainda não tem uma Olimpíada, vamos completar esse currículo’. Ele deu risada e demonstrou que era um sonho que tinha”, afirmou o técnico.
Dez dos convocados por Jardine atuam no futebol brasileiro. Diferentemente da Copa América, a Olimpíada não ocorre em data Fifa, que é o período destinado aos jogos entre seleções. Os clubes, portanto, não tem obrigação de ceder os atletas. Das equipes do país com jogadores chamados para Tóquio, apenas o Flamengo não se manifestou nas redes sociais sobre as presenças do volante Gerson (já negociado com o Olympique de Marselha, da França) e do atacante Pedro. Este último celebrou no Twitter, embora o Rubro-Negro não pretenda liberá-lo.
“A gente trabalha e sempre trabalhou nesse projeto [olímpico] visando a questão técnica. O Flamengo tem uma posição e a gente tecnicamente tem outra. O Pedro é um jogador importante no processo olímpico. Um jogador espetacular, que nos últimos dois jogos [amistosos contra Cabo Verde e Sérvia] fez três gols. Tem vontade enorme de defender o Brasil. Nossa mentalidade é de escolher os melhores e o Pedro está entre os melhores jogadores do Brasil neste momento”, disse Branco, coordenador técnico da base da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Os atletas que atuam no Brasil devem se apresentar à seleção olímpica no próximo dia 8 de julho. Se os comandados de Jardine chegarem pelo menos à semifinal em Tóquio, os jogadores desfalcarão os clubes em cinco rodadas do Campeonato Brasileiro, além dos dois jogos pelas oitavas de final da Copa do Brasil e da Libertadores (ou da Copa Sul-Americana).
Atual campeão, o Brasil inicia a trajetória rumo ao bi no dia 22 de julho, na cidade japonesa de Yokohama, contra a Alemanha – coincidentemente, o mesmo adversário superado na final da Rio 2016, no Maracanã. Três dias depois, no mesmo local, a seleção terá pela frente a Costa do Marfim. No dia 28, o escrete canarinho encerra a participação na fase de grupos em outro município, Saitama, diante da Arábia Saudita.
Edição: Marcio Parente
Fonte: Agência Brasil

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