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Nikolas reagiu às críticas de governistas pelo fato de ter sido escolhido presidente do colegiado
A Comissão de Educação da Câmara aprovou um convite para que o ministro da Educação, Camilo Santana, explique ao colegiado os projetos da pasta para 2024, nesta quarta-feira. A sessão é a primeira presidida pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que em menos de uma hora de trabalho já teve bate-boca com outros parlamentares.
A deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) reagiu a um comentário de Marco Feliciano (PL-SP), que citou uma suposta “resistência da casa a instalar uma CPI sobre a União Nacional dos Estudantes (UNE)”. Nikolas disse que não poderia dar a palavra a Portugal, já que ela não teria sido ofendida nominalmente. Ele afirmou que o pedido dela era feito com base em “conjecturas”, mas acabou cedendo ao pedido.
Em outro momento, Sâmia Bomfim (PSOL-SP) lamentou “que alguém que não tem envolvimento histórico com a pauta da educação assuma a Comissão”. Em resposta, Nikolas afirmou que tem legitimidade e dispensou as consideração da parlamentar.
— Se eu, que recebi 1 milhão de votos, não tenho legitimidade para estar aqui, quem terá? Quem me dá legitimidade é a população, deputada, não é a senhora. Estou na Câmara por uma eleição democrática e na Comissão pelas regras do regimento da Casa — respondeu.

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