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Estratégia é ir além das pautas ideológicas e tentar fortalecer aliados já pensando no ano que vem

A pedido do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, os parlamentares do partido colocaram entre as prioridades de escolha a Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados, colegiado com maior potencial de verbas e, portanto, de com maior volume de emendas a serem distribuídas para prefeituras pelo país. O apoio de prefeitos é considerado essencial no fortalecimento de bases locais para as eleições gerais, que ocorrerão em 2026.
A escolha faz parte de uma estratégia para olhar além das pautas ideológicas e de costumes na escolha por comissões da Câmara dos Deputados.
A legenda de Jair Bolsonaro tem direito a escolher as duas primeiras comissões que deseja, na fila de partidos da Câmara. Isso porque, o PL tem o maior número de deputados na bancada, com 92 cadeiras, seguido pela federação PT,PCdoB, PV, com 80 deputados. No total, as comissões da Câmara devem ter disponíveis R$11,5 bilhões para distribuição de emendas. Ainda não está definido o valor de cada colegiado terá disponível, mas a lei que regulamentou as emendas no ano passado prevê que metade desse valor seja destinado às comissões de saúde da Câmara e do Senado.
A emendas de comissão, porém, não são de execução obrigatória pelo Executivo, sendo necessário um esforço políticos de lideranças partidárias e da Câmara para que o dinheiro seja destravado. No ano passado, a comissão de Saúde da Câmara teve a fatia de R$4,5 bilhões do orçamento. Os valores de 2025 serão determinados na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025, que ainda será votada, após o carnaval.
Além da Comissão de Saúde, o PL também mantém a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) entre as prioridade, mesmo com um acordo fechado desde a gestão de Arthur Lira (PP-AL), de que a CCJ este ano seria de outra legenda, já que o PL comandou o colegiado em 2024. O líder Sostenes Cavalcante (RJ), porém, negou que tenha feito parte dessa negociação e disse que colocará a comissão entre suas primeiras pedidas.
— É a maior comissão da Casa, vamos brigar por ele sim, temos direito — afirmou.
Depois de escolher as duas primeiras comissões que quer, o PL passa a preferência de escolha para o PT. Em seguida, a escolha volta a ser do PL. Portanto, Sostenes precisa montar uma estratégia para conseguir os colegiados que deseja, sem perdê-los para o principal partido adversário.
O PL também está de olho na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (Creden), além da Comissão de Segurança Pública da Câmara. No Senado, o mesmo colegiado ficará com Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após acordo com o novo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

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