
Campanha de Lula monitora prisão de vereador do PT suspeito de ligação com PCC e teme que caso seja explorado por Flávio
Episódio pode abrir flanco para senador do PL reforçar ataques que tentem vincular petistas ao crime organizado

Ex-chefe da corporação cumpria prisão domiciliar e tentou fugir

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na tarde desta sexta-feira (26) a prisão preventiva de Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o governo de Jair Bolsonaro. 

O ex-diretor cumpria prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, e a medida foi determinada após Silvinei romper o equipamento e fugir para o Paraguai, onde foi detido pelas autoridades locais quando tentava embarcar em um voo com destino a El Salvador.
Moraes apontou na decisão que foi informado pela Polícia Federal de que a tornozeleira parou de emitir sinal de GPS por volta das 3h da madrugada de quinta-feira (25). Em seguida, agentes foram à casa do ex-diretor, localizada em São José, em Santa Catarina, e constataram que ele não estava na residência.
Na manhã de hoje, a Polícia Federal confirmou que Silvinei foi preso no Paraguai e deve ser mandado de volta para o Brasil.
No entendimento do ministro, a prisão de Silvinei deve ser decretada em função da fuga.
“A fuga do réu, caracterizada pela violação das medidas cautelares impostas sem qualquer justificativa, autoriza a conversão das medidas cautelares em prisão preventiva”, decidiu o ministro.

Episódio pode abrir flanco para senador do PL reforçar ataques que tentem vincular petistas ao crime organizado

Devem ser analisados 25 recursos apresentados contra a decisão que fixou um limite para o pagamento de verbas indenizatórias a procuradores e magistrados de todo o País

Procurador-geral da República diz que informações iniciais sobre a apreensão da arma do ex-presidente não têm "concretude", por ora, para caracterizar falta disciplinar ou descumprimento das regras da prisão domiciliar humanitária

Parecer foi solicitado pelo ministro Alexandre de Moraes
