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Apesar disso, o DF é uma das unidades da federação com maior desiguadade, aponta o IBGE O Distrito Federal é a unidade da Federação com maior rendimento médio mensal, de R$ 4.188. É o que mostra a pesquisa Síntese de Indicadores Sociais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A renda média de trabalhadores […]
Apesar disso, o DF é uma das unidades da federação com maior desiguadade, aponta o IBGE
O Distrito Federal é a unidade da Federação com maior rendimento médio mensal, de R$ 4.188. É o que mostra a pesquisa Síntese de Indicadores Sociais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A renda média de trabalhadores ocupados no DF é maior que a nacional, que é de aproximadamente R$ 2,5 mil por mês. Conforme o estudo, Piauí (R$ 1.483) e Maranhão (R$ 1.494) são os estados que apresentam os menores rendimentos médios mensais. Já as maiores rendas estão no Distrito Federal (R$ 4.188) e São Paulo (R$ 3.119).
Segundo o IBGE, o DF tem 1,4 milhão de pessoas ocupadas. Deste total, 30,8% são trabalhadores informais. Em relação ao recorte por gênero, 30,2% dos informais são homens e 31,5% são mulheres. Já a respeito da raça, brancos são 28,2% das pessoas na informalidade, já pretos e pardos representam 32,6% desses trabalhadores.
Apesar de ter a maior renda média do país, o DF é uma das unidades da federação com maior desigualdade econômica. Uma forma de avaliar a incidência da desigualdade social é analisar o rendimento segundo sua distribuição por classes de salário mínimo. Em 2021, 14,6% da população brasileira – em torno de 31 milhões de pessoas – viviam com até o valor de um quarto de salário mínimo per capita mensal (R$ 275) e 34,4% – aproximadamente 73,1 milhões de pessoas – com até meio salário mínimo per capita (cerca de R$ 550).
No outro extremo da distribuição, no Brasil, 3,3% – 7,0 milhões de pessoas – tinham rendimento per capita superior a cinco salários mínimos (R$ 5.500). Nas Regiões Sudeste e Sul, 4,7% e 4,1% da população estavam nessa faixa de rendimento, enquanto na Região Norte apenas 1,2%. Já no Distrito Federal, 11,9% da população está nessa faixa de rendimento.
Conforme o IBGE, existem diferentes níveis de desigualdade econômica no país, pois enquanto o índice era de 0,424 em Santa Catarina, em Roraima atingiu 0,596, uma diferença de 40,6%. Estados das regiões Nordeste e Norte são os com maiores desigualdades, assim como Distrito Federal e Rio de Janeiro. O levantamento do IBGE baseou-se principalmente na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, além de registros de fontes externas. (Do Metropoles.com)

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