
Em cinco anos, contingente de devedores de risco no país cresceu 75%, aponta Banco Central
São 20,3 milhões de devedores de risco; órgão prepara novas medidas

Em 2022, valor estava em R$ 5,9 trilhões
A dívida pública federal cresceu 9,56% em 2023 e fechou o ano somando R$ 6,52 trilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional nesta terça-feira. Em 2022, valor estava em R$ 5,9 trilhões.
O endividamento do governo sobe para cobrir o déficit público — quando as receitas ficam abaixo das receitas, o que ocorreu em 2023, quando o rombo chegou a R$ 230 bilhões. A dívida também sobe para rolar seus próprios títulos e pagar os juros dessa dívida.
No intervalo do mês de novembro para dezembro de 2022, o estoque da dívida pública apresentou aumento de 3,09%, também em termos nominais.
O total ficou dentro do intervalo de R$ 6,4 trilhões a R$ 6,8 trilhões estabelecido como meta no Plano Anual de Financiamento (PAF) do Tesouro para 2023.
Também nesta terça-feira, o Tesouro anunciou o intervalo de R$ 7 trilhões e R$ 7,4 trilhões como piso e o teto da dívida pública para o ano de 2024.
Legenda da foto: Dívida pública federal cresce 9,6% em 2023 e chega a R$ 6,5 trilhões — Foto: Washington Costa/MF

São 20,3 milhões de devedores de risco; órgão prepara novas medidas

Prêmio vai a R$ 320 milhões

Expectativa da plataforma é que operação em novembro seja a maior desde chegada da marca ao país, em 2020

Executivo irá priorizar aprovação da PEC da Segurança, medida provisória do fim das bets e a PEC da tarifa zero do transporte público
