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Economia$Capital

26 de janeiro, 2021

Zero a Zero Representantes do setor de bares e restaurantes tentam uma última cartada visando a flexibilização no horário de funcionamento dos estabelecimentos. Querem que […]

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Zero a Zero

Representantes do setor de bares e restaurantes tentam uma última cartada visando a flexibilização no horário de funcionamento dos estabelecimentos. Querem que o GDF autorize o funcionamento até mais tarde nos dias de jogos de futebol que comece as 21h. Segundo eles, com o fechamento as 23h, vários clientes têm optado por ver essas paradas em casa, com queda nos faturamentos.

 

Zero a Zero II

Eles contam como fato de Ibanez ser reconhecidamente um fã de futebol (torcedor fanático do Flamengo), o que poderia sensibilizar o governador. Técnicos do GDF entretanto verem a média como de pouco eficácia, afinal faltam poucas partidas as 21h ainda nesta temporada. E, como brincam alguns, o Flamengo está fora das finais da Libertadores e da Copa do Brasil.

 

Rotativo na mira

Técnico graúdo do TCDF avalia que das três propostas de concessão ao setor privado em avaliação pelo tribunal (Metro, Rodoviária do Plano, VLT e Estacionamento rotativo), a última é a mais encroada. Os técnicos devem pedir mais informações antes de decidir pela liberação da exploração das vagas, principalmente no Plano Piloto.

 

Audiência

A Semob está fazendo os últimos ajustes visando a realização d audiências públicas para tocar os projetos de parceria público e priva da Ponte Paranoá, Nova Saída Norte e da Avenida das Nações. Segundo a secretaria, as audiências vêm acontece em março.

 

Febre baixa

Considerado um termômetro eficaz da recuperação ou não da economia, o setor da Construção Civil é mais um a apontar o recrudescimento da crise. Relatório divulgado pela CNI mostra que não só a produção, mas também o nível de emprego no segmento despencou em dezembro.

 

Febre baixa II

A Fata de insumos e o alto custo desses foram os principais fatores apontados para a queda, motivo d preocupada, uma vez que o setor estava dando visíveis sinais de recuperação no segundo semestre do ano passado.

 

Bolsonaro sob pressão

Mais do que as vacinas, a principal pressão sob o governo neste momento da pandemia pela volta do auxílio emergencial. Bolsonaro já disse que não, mas auxiliares próximos não descartam uma revista da posição diante das próximas pesquisas de avaliação do presidente. Além disso, cresce a pressão de parlamentares e até do setor produtivo, diante da queda de vendas de inúmeros produtos desde que o auxílio foi interrompido, no dia 31 de dezembro.

 

Confiança em queda

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getúlio Vargas caiu 2,7 pontos em janeiro, para 75,8 pontos, menor valor desde junho de 2020 (71,1 pontos) quando se iniciava a fase de recuperação das perdas sofridas no primeiro quadrimestre de 2020. Medido em médias móveis trimestrais, o ICC recuou em 2,2 pontos, na segunda queda consecutiva.

 

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